Governo abre inscrições para professores que queiram trabalhar em app de aulas a distância

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O app funciona como uma TV ao vivo, com conteúdo pedagógico e videoaulas sobre diversos assuntos. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais com salário de R$ 1.552,50


Os professores da rede estadual que queiram compor a equipe do Centro de Mídias da Educação de São Paulo (CMSP), aplicativo criado pelo Governo do Estado para as aulas a distância dos alunos da rede pública, têm até amanhã (8) para fazer a inscrição.

O app funciona como uma TV ao vivo, com conteúdo pedagógico e videoaulas sobre diversos assuntos. Então, as vagas são para professor de estúdio ou técnico em tecnologia da educação. Os candidatos devem seguir alguns critérios para a seleção: ter concluído estágio probatório, não estar em procedimento de aposentadoria, obter anuência do superior hierárquico e ter disponibilidade para trabalhar em Perdizes.

Professores que já estão afastados das Diretorias de Ensino ou nos órgãos centrais precisam conseguir apenas a liberação de seus superiores para participar da seleção. Se aprovados, os professores serão afastados na Coordenadoria Pedagógica, com jornada de trabalho de 40 horas semanais e salário de R$ 1.552,50.

Segundo o Governo, “na primeira fase do processo seletivo serão avaliados itens como tempo de atuação na área, formação acadêmica e relevância das experiências profissionais. Em uma segunda etapa, serão levados em conta as referências profissionais dos superiores e análise de produção audiovisual e/ou textual técnica específica para o perfil indicado pelo candidato. Poderão ocorrer, ainda, entrevistas presenciais ou a distância”.

As aulas na rede estadual de educação começaram no dia 27 de abril, através de aplicativos e da internet, para que os alunos permaneçam em isolamento social, principal medida de combate ao coronavírus.

Além do Centro de Mídias da Educação de São Paulo, o conteúdo também está disponível nos canais digitais 2.2 – TV Univesp e 2.3 – TV Educação, numa parceria com a TV Cultura. Segundo o Governo, todos os alunos terão acesso ao app porque não haverá custos de internet, já que o Estado vai custear através de um contrato com as operadoras Claro, Tim, Vivo e Oi.

Inscrições: https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSd6hxJlBS7sz9TBePMSptHIjMJzcK8lt4Gyaxyy1cjY38kk5Q/viewfo

RETORNO AS AULAS PRESENCIAIS

Segundo o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares, a partir de julho os alunos das escolas estaduais e municipais voltam para as salas de aulas, através de um rodízio. Ou seja: uma parte dos alunos volta para a escola e outra parte continua em casa, com as aulas à distância, para que não haja aglomeração.

 “Um possível retorno em julho será para regiões específicas e gradual. Nós não retornaremos com todos os estudantes no mesmo dia. Então, nós teremos rodízios de estudantes, porque numa sala de aula que tem 35 estudantes para manter um metro de distância, por exemplo, não será possível trabalhar com 30 ou 35 estudantes”, afirmou.


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