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domingo, 22 maio, 2022
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    Concessionárias e escritórios têm permissão para reabrir atendimento ao público, após Prefeitura aprovar protocolos sanitários

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    Com o aval da Prefeitura, a partir de amanhã (5), esses setores podem reabrir, mas seguindo algumas regras: público limitado a 20% da capacidade total, abertura e fechamento fora dos horários de pico, atendimento ao público até 4 horas por dia


    A Prefeitura de São Paulo informou hoje (4) que assinou os termos de compromisso que estabelece a aprovação dos protocolos sanitários de dois setores comerciais que estão inclusos na fase 2 do Plano São Paulo de reabertura: concessionárias e escritórios.

    “O documento firma a parceria entre o poder público e as entidades para que a reabertura de concessionárias de veículos e escritórios de prestação de serviços possam ser realizadas de forma controlada, a partir desta sexta-feira (5), evitando a propagação do coronavírus e contribuindo com o fim da crise econômica causada pela pandemia”, afirmou a gestão municipal.

    Em tese, esses setores já podiam funcionar, mas sem atendimento ao público. Com o aval da Prefeitura, a partir de amanhã (5), os clientes podem ser atendidos, mas algumas regras devem ser seguidas:

    Concessionárias de veículos

    • espaçamento de 1,5 metro entre pessoas
    • atendimento ao público por até 4 horas por dia
    • reforçar a limpeza e manter os estandes ventilados
    • disponibilizar álcool gel 70% nas bancadas e entradas das lojas
    • estímulo ao teletrabalho/home office, principalmente para mães com filhos pequenos
    • controle de acesso dos clientes no showroom de veículos para não haver aglomerações
    • uso obrigatório de máscaras para funcionários e clientes (que devem ser fornecidos pela loja)
    • horários de abertura e fechamento não podem coincidir com horários de pico (das 7h às 10h ou das 17h às 20h)
    • realizar escala de revezamento dos funcionários respeitando o limite de 20% de pessoas no local (o que inclui funcionários e clientes)

    Escritórios de prestação de serviços

    • aferição periódica de temperatura de clientes e funcionários
    • reforçar a limpeza com álcool 70% e produtos desinfetantes, como água sanitária
    • realizar agendamento para atender o público e, ao término, fazer a limpeza do local
    • uso obrigatório de máscaras, sendo que o descarte deve ser feito separado do lixo comum
    • deixar as janelas abertas na maior parte do tempo ou instalar filtro HEPA nos aparelhos de ar condicionado
    • retirar de circulação revistas, controles remotos, jornais, catálogos, livros e outros objetos que são possíveis meios de contaminação
    • instalar barreiras e divisórias transparentes entre funcionários e colaboradores, caso o distanciamento social não seja viável no espaço

    O envio de propostas de higiene foi estabelecido pela Prefeitura após o Governo do Estado liberar a reabertura de alguns setores. Até o dia 15 de junho a cidade de São Paulo permanece em quarentena e, segundo a Prefeitura, até lá, comércios não essenciais ainda não aprovados pela Vigilância Sanitária, continuarão sendo fiscalizados.

    De acordo com a Prefeitura, até a última quarta-feira (3), foram enviados 74 propostas de protocolos sanitários de reabertura de entidades setoriais. “Todos os setores que constam na fase 2 do Plano São Paulo, do Governo do Estado, já enviaram propostas. Entre os documentos recebidos 42 são da fase 2 e outras 32 sugestões são de entidades enquadradas nas demais fases”, informaram.

    A previsão da Prefeitura, no entanto, é alcançar, até o fim do mês, a Fase 3 da reabertura do comércio quando poderão abrir bares/restaurantes e salões de beleza. “A expectativa é de que mantido os índices, o município possa ser classificado na fase 3 ainda no mês de junho, mas isso não há como prever com exatidão”, disse o prefeito.

    FLEXIBILIZAÇÃO EM CONDOMÍNIOS

    A Prefeitura esclareceu que condomínios residências têm liberdade para definir as regras de flexibilização quanto ao uso dos espaços comuns, como playground, piscina e academia e não estão inseridos nas normas de reabertura estabelecidas pelas autoridades.

    “Cada condomínio redige as suas regras que determinam como serão gerenciados, organizados a vida no local e o trabalho do síndico. A decisão de exigir máscara nas instalações do condomínio é prerrogativa de cada um. Da mesma forma, cabe a cada um decidir a respeito de obras nas unidades habitacionais, ou sobre a ocupação das áreas de academia e de piscina. No entanto, a Prefeitura alerta que ninguém pode esquecer que o vírus ainda está aí. Continua a preocupação em evitar aglomeração e em proporcionar o distanciamento social, buscando evitar a transmissão do vírus”, informou a Prefeitura.


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