SPcine Play disponibiliza filmes gratuitos até março para ajudar no isolamento social

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A plataforma SPcine Play é gerenciada pela Secretaria Municipal de Cultura e tem mais de 300 títulos disponíveis: filmes, séries, shows, videoclipes, documentários de grandes cineastas brasileiros, como Zé do Caixão, Tata Amaral, Hector Babenco, entre outros


Paulistanos que amam cinema mas, devido a pandemia, estão assistindo filmes em casa, tem até o dia 31 de março para aproveitar, gratuitamente, a programação de filmes da plataforma SPcine Play, empresa de cinema de São Paulo, gerenciada pela Secretaria Municipal de Cultura.

“A iniciativa faz parte das ações da Spcine em decorrência da pandemia da covid-19 e possibilita que a população tenha acesso a conteúdo de qualidade durante este período em que o isolamento social segue sendo necessário”, informou a Prefeitura.

São mais de 300 títulos disponíveis: filmes, séries, shows, videoclipes, documentários. E esses títulos são obras de grandes cineastas brasileiros, como Zé do Caixão, Tata Amaral, Hector Babenco, entre outros.

A plataforma também disponibiliza filmes participantes de grandes festivais de cinema, como o Festival Mix Brasil, o Festival de Cinema Latino Americano e a Mostra do Audiovisual Negro.

Confira parte da programação:

  • FILME: A Hora da Estrela, de Suzana Amaral

“A Hora da Estrela” problematiza de forma explícita a questão da pobreza e da marginalização das classes sociais oprimidas, configuradas na personagem central, Macabéa, que vive não se sabe muito bem para que. Depois da morte da tia, muda-se para o Rio de Janeiro, uma “cidade toda feita contra ela”, emprega-se como datilógrafa e se apaixona por Olímpio de Jesus – que logo a trai com sua colega de trabalho. Baseado no romance de Clarice Lispector.

  • FILME: O Beijo da Mulher Aranha, de Hector Babenco

Esta produção representou um marco na emergência do cinema brasileiro no cenário internacional, além de ter sido a obra que lançou Sonia Braga no exterior. Falando em inglês, é brilhantemente protagonizado por William Hurt, vencedor do Oscar pelo papel de um presidiário que se alimenta dos antigos filmes de Hollywood. Ele é Molina, um homossexual que divide cela com Valentim, revolucionário que foi gravemente ferido pelos carcereiros. Molina tenta mantê-lo vivo por meio de suas histórias fantásticas em que mistura fatos reais com trechos de filmes.

  • FILME: Copacabana Mon Amor, de Rogério Sganzerla

Sônia Silk sonha ser cantora da Rádio Nacional e para conseguir sobreviver se entrega a turistas em Copacabana. Seu irmão Vidimar, empregado doméstico do Dr. Grilo apaixona-se pelo patrão. A mãe de Sônia e Vidimar acha que ambos estão possuídos pelo demônio. Sônia, que vê espíritos baixarem em seres e objetos os mais estranhos, resolve procurar o pai de Santo Joãozinho da Goméia. É um filme brasileiro em CinemaScope, rodado, em boa parte, em favelas do Rio de Janeiro. A trilha sonora original é de Gilberto Gil.

  • DOCUMENTÁRIO: Mulheres Negras: Projetos de Mundo, de Day Rodrigues e Lucas Ogasawara

Nove mulheres, muitas vozes do presente, sem perder as referências do passado. Através de vivências e reflexões, o documentário levanta questões e instiga em poéticas as minúcias do que é ser mulher negra no Brasil.

  • FILME: Carandiru, de Hector Babenco

Um médico se oferece para realizar um trabalho de prevenção à AIDS no maior presídio da América Latina, o Carandiru. Histórias de crime, vingança, amor e amizade. Baseado no livro de Drauzio Varella.


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