Represas da Zona Sul de SP vão receber planos de emergência para evitar acidentes

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O plano se refere as represas Billings e Guarapiranga, que são consideradas de baixo risco mas com alto potencial de danos devido os impactos que um acidente causaria

 

 

Até o final de abril, a Defesa Civil e Prefeituras que tem barragens e represas, devem receber um plano de emergência com orientações, como áreas de escape e sistemas de alerta, caso aconteçam acidentes.
O plano engloba duas represas de São Paulo: a Billings e a Guarapiranga, que são consideradas de baixo risco, mas com alto potencial de danos devido os impactos que um acidente causaria, como a barragem que rompeu na cidade de Brumadinho, em Minas Gerais.
No último final de semana, por exemplo, uma grande quantidade de peixes mortos apareceram boiando na Represa Billings, no entorno da Rodovia dos Imigrantes, região de São Bernardo do Campo, e foi constatado baixo nível de oxigênio na água.
A Billings, que ocupa uma área de 106 km², é um dos reservatórios mais importantes do Estado de São Paulo, abastecendo 1,5 milhão de pessoas que moram no ABC paulista e na Zona Sul da capital. A bacia da Represa Guarapiranga tem 635 km², abrangendo os municípios de Embu-Guaçu, Cotia, Embu, Itapecerica da Serra, Juquitiba, São Lourenço da Serra e também bairros da região Sul de SP.
Esse plano de emergência é exigido desde 2015, quando a Lei Federal 12.334 foi regulamentada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Sobre os peixes mortos encontrados na Represa Billings, a Cetesb informou que “técnicos estão coletando amostras de água na região para determinar qual foi a causa da morte dos peixes”.
A Sabesp afirmou que não usa água da Billings e que a captação é feita em um rio separado por uma barragem no centro da represa e que a água passa por tratamento antes da distribuição.
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