Protocolo psicológico para enfrentamento do Coronavírus

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O protocolo psicológico consiste de três fases:

1.a – Entender os sintomas iniciais: febre, tosse, falta de ar, espirros e dificuldades respiratórias (segundo a Organização Mundial de Saúde – OMS).

1.b – Aprender a evitar a contração do vírus: lavar as mãos, evitar contato com pessoas que possuam os sintomas e comer carne e ovos bem cozidos (de acordo com OMS).

1.c – Ter clara a letalidade: 0.2% até 39 anos; 0.4% de 40-49 anos; 1.3% de 50 a 59 anos; 3.6% de 60 a 69 anos; 8% de 70-79; 14.8% para pessoas com mais de 80 anos de idade (segundo o que descreveu o site “sciencealert.com” com base no “Centro de Controle de Doenças Chinês”).

2 – As pessoas mais vulneráveis ao vírus são as mais idosas, assim como aquelas com outras fragilidades orgânicas, como problemas cardíacos ou respiratórios. Assim, principalmente com estas é preciso cuidado para não as infectar e, uma vez apresentados estes sintomas, em um nível pouco acima do normal, vale procurar ajuda médica, principalmente se tiver tido contato com alguém infectado ou com a aparência de assim o ser. Lembrando que é fácil alguém infectado abaixo de 70 anos não apresentar sintoma algum, mas que pode infectar alguém mais vulnerável, inclusive da própria família.

3 – Aprender a superar a fobia acerca dos improváveis efeitos do vírus, mas a absoluta certeza do viver: a própria morte e a de quem amamos. Eis a complexa causa e solução dos pensamentos catastróficos-fixos-obsessivos sobre a pandemia do coronavírus, que tem afetado a vida de bilhões de pessoas, seja em termos econômicos, de saúde psicológica e/ou de saúde orgânica.

Portanto, a probabilidade esmagadora é que eu, você e quem nós amamos morrerá por inúmeras outras causas que não a famosa infecção respiratória em questão, mas tão importante como aprender a evitar formas que possam levar ao nosso fim, é viver bem até lá consigo e com quem você ama.


Dr. BAYARD GALVÃO é psicólogo clínico formado pela PUC-SP, hipnoterapeuta e palestrante.

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