Práticas de saúde, educação e assistência social realizadas na Zona Sul são foco de Prêmio sobre a primeira infância

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A 1º edição do Prêmio Primeira Infância em São Paulo está com inscrições abertas e vai dar até R$ 5 mil para ações realizadas nas Subprefeituras da Capela do Socorro, Campo Limpo, M’Boi Mirim e Parelheiros


Ações realizadas nas Subprefeituras da Capela do Socorro, Campo Limpo, M’Boi Mirim e Parelheiros para as áreas de saúde, educação e assistência social da rede pública municipal (direta ou parceira), podem ser premiadas na 1º edição do Prêmio Primeira Infância em São Paulo, promovido pela Nivea e pela Plan International Brasil (Plan).

As três melhores experiências (saúde, educação e assistência social), que serão modelos para novas iniciativas nas redes da cidade, vão ganhar até R$ 5 mil em equipamentos de informática, materiais para reforma ou brinquedos e materiais pedagógicos.

Segundo a Plan International Brasil (Plan), “na área da educação, podem concorrer Centros de Educação Infantil (CEIs) e Escolas Municipais de Educação Infantil (EMEIs) da administração direta e conveniada. Na saúde, estão habilitadas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) tradicionais e de Estratégia de Saúde da Família (ESF). Já na assistência social podem participar Serviços de Assistência Social à Família (SAFSs) e Serviços de Acolhimento Institucional para Crianças e Adolescentes (SAICAS). Cada organização pode inscrever apenas uma experiência”.

A 1º edição do Prêmio Primeira Infância em São Paulo faz parte da II Semana Municipal pela Primeira Infância, que aconteceu entre 1º e 7 de agosto, para “estabelecer um espaço de reflexão, discussão e troca de experiências a respeito da primeira infância na cidade de SP, além de promover o envolvimento da sociedade e das famílias na valorização e nos cuidados dessa fase da vida (0 a 6 anos)”, explica a Prefeitura.

Confira os critérios para seleção das experiências premiadas:

Promoção dos direitos da criança: ao brincar de livre escolha, livre de consumismo e livre de estereótipos de gênero e às múltiplas linguagens; à proteção integral, ao vínculo e ao cuidado com afeto; ao bem-estar e desenvolvimento físico, mental, moral, espiritual e social, em condições de liberdade e de dignidade. À iniciação cultural e à integração na vida comunitária; e ao atendimento por profissionais qualificados e conhecedores das necessidades e características da primeira infância.

Diálogo com as famílias e a comunidade: capacidade de escuta e acolhimento das famílias, entendimento de suas necessidades e compartilhamento de responsabilidades.

Impacto: abrangência, público beneficiado e grau de efetividade das ações.

Intersetorialidade e articulação em rede: será valorizada a articulação entre os diferentes setores, assim como a relação com a comunidade e a sociedade civil.

Inovação: o grau de novidade da experiência será um diferencial.

Inspiração e multiplicação: o potencial de expansão e multiplicação da experiência em diferentes territórios e realidades serão diferenciais.

As inscrições para o prêmio ficam abertas até 6 de setembro, através do link: https://forms.gle/tSMZRzJdGTqzR1x8A

O anúncio dos projetos vencedores acontece em novembro, durante o II Seminário Intersetorial Primeira Infância em São Paulo.


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