Polícia prende suspeito de roubo de veículos no Brooklin

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Segundo Dados Estatísticos da Secretaria de Segurança Pública, 21.229 veículos foram roubados na capital paulista em 2019. Em todo o Estado de São Paulo, entre 2014 e 2019, roubos e furtos de veículos ultrapassaram a marca de 1 milhão de casos


A Polícia prendeu um homem que era investigado por roubo de veículos no Brooklin. Ele tinha uma ordem de prisão temporária expedida contra ele, assim como ordem de busca e apreensão em sua casa, onde foi preso.

“No local foram encontrados e apreendidos pertences de algumas vítimas, que comparecem a delegacia e o reconheceram como autor de quatro roubos”, informou a Secretaria de Segurança Pública.

O caso foi registrado na 96º DP Cidade Monções, mesma delegacia que investigava a atuação do homem. Ele foi reconhecido por imagens de câmeras de segurança.

Segundo Dados Estatísticos do Estado de São Paulo, publicados no site da Secretaria de Segurança Pública (SSP), 21.229 veículos foram roubados na capital paulista em 2019. Na 96º DP, há registro de 70 roubos.

Os números de furtos de veículos são ainda maiores: 37.331 na capital e 375 na 96º DP. Em delegacias de polícia da região os números de roubos e furtos de veículos também são expressivos: 187 roubos e 679 furtos na 11º DP Santo Amaro, 46 roubos e 354 furtos no 15º DP Itaim Bibi, 303 roubos e 824 furtos na 16º DP Vila Clementino, 212 roubos e 323 furtos na 27ª DP Campo Belo.

O mês de janeiro de 2020 já registra 1.643 roubos e 2.965 furtos de veículos na capital, sendo 6 roubos e 34 furtos protocolados na 96º DP.

Em todo o Estado de São Paulo, entre 2014 e 2019, roubos e furtos de veículos ultrapassaram a marca de 1 milhão de casos. Contabilizados desde 2001, as duas categorias de crimes ultrapassam 3,5 milhões de registros, segundo a SSP.

O maior número de casos foi registrado em 2014: 211.532. O ano também tem recordes nos casos de furtos (122.769) e roubos (98.763).

“O aumento da frota; a dimensão continental do Brasil; o alto preço das peças, dos veículos; a corrupção por parte de uma minoria de funcionários, que deveriam fiscalizar a frota de veículos; aliado a um grande mercado formado por pessoas que não se importam com a origem criminosa do bem, concorrem para o quadro atual”, avalia Marcos Carneiro de Lima, ex-delegado geral da Polícia Civil de São Paulo e consultor em segurança pública.


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