Polícia prende integrantes da “gangue do Rolex” que atua em bairros nobres da Zona Sul

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A Polícia estava monitorando um táxi e um motociclista que seguiam as vítimas para as roubar. Entre setembro de 2019 e junho deste ano, já foram registrados seis casos de roubos de relógios que custam mais de R$ 30 mil


No último sábado (5), a Polícia Civil prendeu dois integrantes da Gangue do Rolex, uma quadrilha conhecida por roubar relógios de luxo em bairros nobres da Zona Sul da capital e que estava sendo investigada desde junho: a Polícia estava monitorando um táxi e um motociclista que seguiam as vítimas para as roubar.

A prisão aconteceu após um homem, que saía de um restaurante na Rua Doutor Mário Ferraz, no Itaim Bibi, ser seguido pelo taxista e pelo motociclista que usava uma mochila de entrega por aplicativo. Enquanto o motociclista realizava o assalto, o taxista dava cobertura.

A vítima ligou para a Polícia após ser assaltado dentro de um carro, que chamou por um aplicativo. A Polícia, então descobriu que os assaltantes estavam próximo dali, dentro do táxi na Rua Alvarenga, em Pinheiros.

No porta-malas do veículo havia uma caixa de som, a arma usada no crime e o relógio da vítima.

O motociclista não tem passagem pela polícia, mas o motorista do táxi já foi preso por furto. O crime foi registrado no 89º DP Portal do Morumbi.

Entre setembro de 2019 e junho deste ano, já foram registrados seis casos de roubos de relógios que custam mais de R$ 30 mil. “A delegacia criou um setor de inteligência especializado na repressão desse tipo de crime”, explicou Fernando César de Souza, delegado titular do 15º Distrito Policial Itaim Bibi. Cerca de 10 pessoas já foram presas, suspeitas de participarem dos roubos. Um homem preso, aliás, é investigado por cometer assaltos no Itaim Bibi em setembro de 2019 e janeiro deste ano.

Segundo a Polícia, os relógios são entregues para outro comparsa, a fim de despistar, e os objetos são revendidos para atravessadores que os levam para fora do Brasil. “Nossas investigações indicam que eles rapidamente são enviados para fora do país: Uruguai, Argentina e África”, disse o delegado.


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