Museu de Santo Amaro completa 23 anos e cada vez mais fortalece o orgulho de ser “Botina Amarela”

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Tendo como mantenedor e curador o Centro das Tradições de Santo Amaro, o acervo do Museu de Santo Amaro foi e continua sendo formado por meio de doações de famílias santamarenses


Por: Cetrasa

No último dia 14 de janeiro, o Museu de Santo Amaro completou 23 anos de existência. As primeiras reuniões destinadas a sua criação e posterior instalação se deram no ano de 1996.

Tendo como mantenedor e curador o Centro das Tradições de Santo Amaro, o acervo do Museu de Santo Amaro foi e continua sendo formado por meio de doações de famílias santamarenses que ainda têm respeito pela memória e pelas tradições do bairro que um dia foi cidade, a cidade dos “Botinas Amarelas”.

De acordo com o presidente da entidade, Dr. José Carlos Bruno, no final do ano de 2018 o espaço em que se encontra instalado o museu, na área da sede do Cetrasa – Centro das Tradições de Santo Amaro, passou por uma reforma com a substituição do antigo e desgastado piso por um novo, plano e destinado a assegurar melhores condições de circulação das pessoas que porventura venham visitar o espaço. Também foram realizadas obras de limpeza e reparos das telhas, para eliminar alguns vazamentos existentes que atingiam diretamente os espaços de exposição. Tais obras se seguiram até o momento em que precedeu a decretação da quarentena em razão do Covid-19.

Mesmo durante a pandemia, aos finais de semana, de forma voluntária, foram executados os trabalhos de pintura da área interna do museu, cujas tintas foram doadas pela empresa Baltech, graças a intervenção do empresário Luiz Augusto Gonçalves Barbosa, que viabilizou a doação.

Os bens, peças, móveis, quadros, esculturas, material iconográfico e outros objetos que compõem o acervo, pela primeira vez na história da existência do museu, foram rigorosamente higienizados. Os de madeira, sujos, infestados de cupins e sem manutenção, passaram por processos de descupinização, de maneira que pudessem ser eliminados os insetos que estavam a destruí-los.

Cessados os trabalhos de higienização, todas as peças limpas, desinfectadas, saneadas, lavadas e descontaminadas, começaram a ser levadas de volta ao local de exposição.

Foram organizados e criados novos espaços, com identificações e explicações a respeito de cada uma das peças do acervo, das obras de arte, do material iconográfico etc., algo que até então nunca havia ocorrido, para que assim, assegurem condições de visitação futura, de sorte que fiquem registradas as respectivas importâncias de cada tema e/ou homenageado em cada um dos espaços.

Salienta o presidente, Dr. José Carlos Bruno, que a diretoria do Cetrasa acredita que após restabelecidas as condições normais para a sociedade, com o controle da pandemia e a vacinação da população, o museu poderá ser visitado mediante agendamento prévio, cujas formas e critérios serão futuramente divulgados nas redes sociais e nos veículos de comunicação, para que assim os santamarenses, botinas amarelas, as escolas e eventuais interessados, possam conhecer o Museu de Santo Amaro, pois nesses 23 anos de existência, poucas foram as ocasiões que ele foi aberto à visitação pública.

A imagem que ilustra o texto mostra um pouco das novas dependências do espaço de exposições do Museu de Santo Amaro, totalmente remodelado, que segundo o presidente da entidade, assegura a condição de que a tradição, as raízes e a história dessa terra que um dia foi dormir cidade e ao acordar, descobriu que se tornou um bairro anexado ao município de São Paulo, seguirão sendo preservadas como de direito, rememorando a cada dia, o “ORGULHO DE SER BOTINA AMARELA”!


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