Metrô suspende contrato de obras da Linha 17-Ouro

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O contrato anulado previa obras de paisagismo, comunicação visual e hidráulica das estações da Linha 17-Ouro. A Linha estava prevista para ser entregue em 2022, porém, um relatório de empreendimentos do mês de julho, disponível no site do Metrô, informa que a data de entrega está “em reprogramação”


O Metrô de São Paulo rescindiu contrato com a empresa Constran Internacional Construções S.A., que estava responsável pela finalização das obras do monotrilho da Linha 17-Ouro. Em julho, o Tribunal de Justiça de São Paulo já havia suspendido este contrato por concordar com a empresa Coesa Engenharia Ltda, que pediu a suspensão, de que havia irregularidades no processo licitatório.

Agora, uma nova licitação deve ser realizada para contratar outra empresa para terminar a obra que deveria ter sido entregue em 2014. O Metrô também tem a opção de chamar a segunda colocada no processo licitatório, a Coesa Engenharia Ltda, para ser responsável pela obra.

O contrato anulado previa obras de paisagismo, comunicação visual e hidráulica das estações da Linha 17-Ouro. O Metrô também tem contratos para o pátio de manutenção, a construção das estações e para trens, vigas e sinalização.

A Linha 17-Ouro vai ligar a Marginal Pinheiros ao Aeroporto de Congonhas e prevê a melhoria da mobilidade de milhares de moradores da Zona Sul com as estações Aeroporto de Congonhas, Jardim Aeroporto, Brooklin Paulista, Vereador José Diniz, Campo Belo, Vila Cordeiro, Chucri Zaidan e Morumbi (interligada à Linha 9-Esmeralda da CPTM).

Atualmente, o Metrô tem feito trabalhos auxiliares em 7 estações, que estão com as obras paradas. Apenas na estação Morumbi as obras continuam.

Depois de muitos problemas, a Linha 17-Ouro estava prevista para ser entregue em 2022, porém, um relatório de empreendimentos do mês de julho, disponível no site do Metrô, informa que a data de entrega está “em reprogramação”.

CONTRATO DE TRENS: SUSPENSO

Em junho deste ano um outro contrato da Linha 17-Ouro foi suspenso: o Consórcio Signalling (composto pelas empresas TTrans, Bom Sinal e Molinari), solicitou a suspensão ao Tribunal de Justiça de São Paulo alegando que ofereceu um preço menor para realização dos trabalhos na Linha 17-Ouro, mas não foi declarado vencedor do processo.

Então, o contrato assinado em abril, entre o Metrô e o Consórcio Byd Skyrail, foi cancelado. A empresa iria fornecer os trens, as portas de plataforma, os sistemas de sinalização e outros equipamentos para o monotrilho.


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