Justiça do RJ solta casal de chilenos presos por furtos na capital carioca e em shopping do Itaim Bibi, em SP

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O casal já havia sido preso em São Paulo, mas, não ficaram detidos pois a Polícia não tinha mandado de prisão aberto contra eles. Após essa primeira passagem pela Polícia, eles fugiram para o Rio de Janeiro


Victor Manuel Gonzalez Beizam

Priscilla Alexandra Pohl Muñoz e Victor Manuel Gonzalez Beizam, um casal de chilenos presos no Rio de Janeiro por uma série de crimes praticados na capital carioca e também na capital paulista foram soltos pela Justiça do Rio porque “diante das circunstâncias e da natureza do crime a eles imputado, tudo indica que, em caso de eventual condenação, sequer darão início ao cumprimento da pena em regime fechado, com o qual guarda similitude a prisão preventiva”.

O casal já havia sido preso em São Paulo, no dia 1 de agosto, mas, não ficaram detidos pois a Polícia não tinha mandado de prisão aberto contra eles.  Na capital paulista, eles são acusados de furtar a bolsa de uma mulher no Shopping Iguatemi, no Itaim Bibi. A mulher alega que estava tomando café em um quiosque do shopping e, quando foi pagar a conta, sua bolsa tinha sumido.

Priscilla Alexandra Pohl Muñoz posou sorrindo nas fotos da Delegacia

O caso foi registrado no 15º DP Itaim Bibi. Durante o registro da ocorrência, Priscilla Alexandra Pohl Muñoz posou sorrindo nas fotos da Delegacia.

Após essa primeira passagem pela Polícia, eles fugiram para o Rio de Janeiro. Na capital carioca, eles são acusados de furtarem a bolsa de uma senhora em um shopping do Leblon e de participarem de uma quadrilha que invadia apartamentos na intenção de roubar aparelhos eletrônicos, joias e dinheiro.

Dois integrantes da quadrilha, Diego Alejandro Briceno Salas (28 anos) e Juan Luís Flores Espejo (45 anos), estiveram presos em São Paulo, durante quatro meses, com nomes falsos. A prisão aconteceu pelo furto de relógios, uma televisão e R$13 mil em uma casa da capital paulista.

Os nomes falsos registrados no processo judicial são Luís Abrahan Flores Curillan e Emílio Rene Golppi Perez. Seus nomes verdadeiros foram descobertos graças a colaboração do Consulado Chileno.


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