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domingo, 26 junho, 2022
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    Defesa Civil retira moradores de condomínio na Vila Andrade por risco de desabamento

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    Desde 2006, moradores de 106 apartamentos convivem com rachaduras e já abriram processo contra a construtora por falha estrutural

     

    Na última terça-feira (19/02), a Defesa Civil lacrou um condomínio na Vila Andrade, após moradores relatarem o surgimentos de rachaduras nos dois prédios.
    Os bombeiros foram chamados pela moradora Andrea Gonzalez, que se assustou com uma nova rachadura em seu apartamento. “Eu entrei em casa e eu vi a parede abrindo e fazendo barulho, pipocando e eu comecei a avisar todo mundo do prédio”.
    Desde 2006, quando receberam as chaves, moradores de 106 apartamentos convivem com rachaduras e fissuras.
    A construtora MDF está sendo processada desde 2015 e desde então os moradores tentam provar a responsabilidade da empresa na falha estrutural.
    “A gente não sabe como foi feita a construção desse prédio, então tem que ter uma avaliação mais técnica pra ter a liberação”, disse Anderson Ricardo da Silva, coordenador de Defesa Civil do Campo Limpo.
    Em nota, a Defesa Civil informou que “ambas as torres, de 12 pavimentos cada – sendo 8 pisos com 6 apartamentos, um térreo e 3 de garagem – foram interditadas e evacuadas preventivamente para realização de diagnóstico estrutural. Foram constatadas rachaduras nas edificações. A ação contou ainda com a presença de um engenheiro, agente vistor da subprefeitura, além do Corpo de Bombeiros. A Defesa Civil irá monitorar as edificações e o processo de estabilização das torres interditadas”. Nesta quarta-feira (20/02), uma nova vistoria foi realizada no condomínio.
    A DMF disse que “não foi notificada pelas autoridades locais em relação ao ocorrido no Condomínio Liberte Morumbi. A empresa se encontra à disposição das autoridades locais. O condomínio foi regularmente entregue em 2005 e existem laudos técnicos produzidos posteriormente que atestam a estabilidade estrutural da obra. A DMF tomará as medidas cabíveis para averiguar o ocorrido e disponibilizará um canal de comunicação com os moradores”.

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