Cresce número de roubos e furtos de bicicletas no Itaim Bibi e região central

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Entre 2014 e 2019 houve crescimento de 175% nos roubos e furtos de bikes em Pinheiros, Itaim Bibi, Vila Mariana, Bela Vista e República


Os números de roubos e furtos de bicicletas dispararam na capital paulista. Em 2014, quando as bikes começaram a ser um meio de transporte popular, foram registrados 439 casos de furtos e roubos, entre janeiro e julho. Neste mesmo período, mas em 2019, houve um aumento de 175%, ou seja: foram 1203 roubos e furtos de bicicletas na capital.

Os bairros com maior infraestrutura para as bikes são os que mais registraram roubos, entre 2014 e 2019: em Pinheiros, foram 412; no Itaim Bibi, 336; na Vila Mariana, 324; na Bela Vista, 319; e na República, 205.

Segundo a Polícia Militar, o principal alvo são as bikes de aplicativos. “O criminoso busca o local onde há uma maior demanda. Então, nas regiões onde existe parques, como o Parque Villa Lobos, o Ibirapuera, a Cidade Universitária, em que o número de usuários é bem maior acabou concentrando”, explica o chefe de análise da área criminal da PM, Osmário Ferreira.

Recentemente, no início do mês, a ciclovia da Av. Faria Lima, no Itaim Bibi atingiu recorde de público com mais de 1,7 milhão de pessoas que pedalaram por ali entre janeiro e outubro. Em 2018, foram mais de 1,2 milhão de ciclistas no local sendo que, em 2016, quando a ciclovia passou a ser utilizada, apenas 800 mil ciclistas frequentavam a região.

O bairro também registrou aumento no número de furtos entre janeiro e agosto de 2019: foram 4.226 furtos nesse período, um crescimento de 26% em comparação com o mesmo período do ano passado que marcou 3.341 casos na 15º DP Itaim Bibi.

Nos três primeiros meses de 2019, a via que registrou o maior número de furtos de celular foi a Av. Brigadeiro Faria Lima, com mais de 850 ocorrências. A ciclovia do canteiro central da mesma avenida, que liga os bairros do Itaim Bibi a Pinheiros, registrou um aumento de 76% nos roubos e furtos de bikes, no ano passado, em comparação com 2017.


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