Vacinação contra a Covid-19 de pessoas com mais de 63 anos deve começar em 29 de abril

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Porém, segundo o Governo de São Paulo, essa data está condicionada a entrega das vacinas Astrazeneca, produzidas pela Fiocruz. Em maio, tem início a vacinação das pessoas com 60, 61 e 62 anos


O Governo de São Paulo anunciou que pessoas com 63 e 64 anos serão vacinadas contra a Covid-19 a partir do dia 29 de abril. Antes, no dia 21 de abril, começa a vacinação para idosos com 65 e 66 anos. A partir de 6 de maio, está prevista a imunização das pessoas com 60, 61 e 62 anos.

No entanto, o início da campanha de vacinação que começa em 29 de abril está condicionado a entrega das vacinas Astrazeneca, produzidas pela Fiocruz. “A Fiocruz informou o Governo do Estado de SP, os governadores e o Ministério da Saúde sobre a entrega da vacina. Essas pessoas nessas faixas etárias serão vacinadas majoritariamente com a vacina da Fiocruz, mas também com a vacina do Butantan”, afirmou o governador João Doria.

Até às 14h desta quinta-feira (15), o vacinômetro do site do Governo de São Paulo mostrava que 8.496.818 pessoas do Estado já foram vacinadas com a primeira dose da vacina contra o coronavírus.

O Instituto Butantan, que produz a vacina Coronavac, já entregou 40,7 milhões de doses ao Programa Nacional de Imunizações, do Ministério da Saúde. Para a próxima segunda-feira (19), está previsto a chegada, da China, de 3 mil litros do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA), para que sejam produzidos outras 5 milhões de doses da Coronavac.

Por contrato com o Ministério da Saúde, o Instituto Butantan deveria entregar 46 milhões de doses da Coronavac até o dia 30 de abril, porém, com o atraso do IFA, a entrega total das doses deve acontecer até o dia 10 de maio.

“Ocorreu neste início de mês um atraso na matéria-prima e com essa chegada na próxima segunda tenho a expectativa que esse fluxo regularize. O Butantan já entregou mais de 40 milhões de doses, até segunda-feira serão mais de 42 milhões. Esperamos cumprir até agosto o compromisso de entregar 100 milhões de doses”, disse Dimas Covas, diretor do Instituto Butantan.


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