Prefeitura intensifica ajuda à moradores de rua de Moema e região Sul

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Segundo pesquisa, maioria dos moradores da Zona Sul acreditam que Prefeitura deve transformar prédios desocupados da capital em moradias para desabrigados

 

A região de Moema e Vila Mariana foi uma das escolhidas pela Prefeitura para entrega de cobertores para pessoas em situação de rua, durante as madrugadas frias das últimas semanas que registraram temperaturas na base de 12°C.
Segundo a Prefeitura, foi intensificado o acolhimento aos moradores de rua por meio do Plano de Contingência para Situações de Baixas Temperaturas que “segue até o dia 20 de setembro e é intensificado sempre que a temperatura atinge um patamar igual ou inferior a 13ºC ou sensação térmica equivalente”.
O tema “moradores de rua” foi um dos tópicos abordados na última pesquisa lançada pela Rede Nossa São Paulo sobre Assistência Social, que teve cerca de 31% dos entrevistados, moradores da Zona Sul. Estes apontaram que as principais medidas que a administração municipal deve ter para melhorar a situação das pessoas de rua são: transformar prédios desocupados e com dívidas de IPTU em moradias, oferecer cursos de capacitação profissional para que possam atuar no mercado de trabalho e ampliar os Centros de Acolhida.
A pesquisa foi dividida em quatro blocos: pessoas em situação de rua, criança e adolescente, violência doméstica e familiar e Renda básica e assistência social. O último bloco destaca o corte de verbas na área social, que de 2016 a 2019 teve uma queda de 33% no orçamento. Os moradores da Zona Sul (56%) são os mais contrários ao corte, demostrando na pesquisa que discordam totalmente do corte da verba feito pela Prefeitura.
Para o biênio 2019-2020, a administração municipal instituiu como alguns dos objetivos do seu Programa de Metas a redução do número de pessoas que moram na rua convertendo duas mil vagas de acolhimento em centros de acolhida para Repúblicas, o aumento em 40% no número de pessoas que estavam acolhidas e que saíram com autonomia da rede socioassistencial; redução da vulnerabilidade na primeira infância e do número de usuários de drogas em logradouros públicos.

 

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