Prefeitura inicia combate a obesidade com R$ 1 milhão em cirurgias bariátricas por mês

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A intenção é fazer 60 cirurgias mensais, em dois hospitais municipais, com avaliação pré-operatória, cirurgia e acompanhamento pós-operatório. Cerca de 55,7% da população adulta do Brasil está com excesso de peso e 19,8% está obesa. A obesidade ainda é fator de risco para a Covid-19


Dados de 2018 da Pesquisa de Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), revelam que 55,7% da população adulta do Brasil está com excesso de peso e 19,8% está obesa.

A diabetes e a hipertensão são duas doenças crônicas que podem estar relacionadas com a obesidade, segundo o Ministério da Saúde. A obesidade também é um dos principais fatores que podem trazer complicações para quem estiver infectado com a Covid-19.

E a alternativa que muitas pessoas obesas encontram para ter uma melhor qualidade de vida é a cirurgia bariátrica. De acordo com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica, entre 2011 e 2018, cresceu em 84% o número de cirurgias realizadas no Brasil.

A partir da segunda quinzena do mês de outubro, a Prefeitura de São Paulo inicia o Programa de Combate à Obesidade, com a realização de cirurgias bariátricas em dois hospitais municipais: no Hospital Gilson de Cássia Marques de Carvalho (na Vila Santa Catarina, Zona Sul) e no Hospital Vereador José Storopolli (na Vila Maria, Zona Norte).

“O programa prevê 60 atendimentos mensais, sendo 30 em cada hospital. A iniciativa inclui avaliação pré-operatória, cirurgia e acompanhamento pós-operatório. O programa contará com o investimento mensal aproximado de R$ 1 milhão”, informou a Prefeitura.

De acordo com a gestão municipal, programas e ações são realizados pela Área Técnica de Saúde Nutricional da Prefeitura para reduzir os impactos da má nutrição na saúde da população. Um desses programas é realizado em parceria com a Secretaria Municipal de Educação para “tratar agravos nutricionais como: subnutrição, obesidade, doenças crônicas não transmissíveis, entre outras, além da avaliação e monitoramento da condição nutricional dos alunos e estímulo à prática de atividade física”.


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