Obras em corredor de ônibus em trecho interditado na Av. Santo Amaro sofre atraso

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Obras fazem parte do maior programa de recapeamento da história. Imprevistos acontecem..

Previsão de concluir em 2 anos, apenas 20% foram concluídos em 13 meses. Trecho interditou duas faixas


A Avenida Santo Amaro é uma da vias mais importantes ligando bairros da Zona Sul em direção a região central e comercial de São Paulo. A Prefeitura começou, no ano passado, obras em diversos trechos da avenida, para melhoramento da mobilidade.

O que ocasionou em canteiros de obras, com desvios e transtornos temporários no trânsito. Obras de recapeamento e melhoria da malha viária do transporte público é uma solução inteligente por parte do Prefeito Ricardo Nunes, mas se transformou num impasse pelo Tribunal de Contas do Município (TCM), visto que as obras tinham previsão de conclusão em 24 meses, porém se passaram 13 meses e as obras tiveram apenas 20% de conclusão.

O trecho em questão envolve 2,7 quilômetros, entre as Avenidas Presidente Juscelino Kubitschek e Bandeirantes. São obras de melhorias da faixa de ônibus, que fica na parte central ao longo de toda a Avenida Santo Amaro.

O TCM notificou à Prefeitura para que, em 15 dias, possa apresentar soluções de acelerar as obras e minimizar os transtornos por mais tempo, estima-se que o local trafegue 230 mil pessoas diariamente. A CET bloqueou as duas faixas centrais, já a SPObras, responsável por gerenciar o andamento da obra, alegou que para dar sequencia no ritmo certo, o certo seria interditar quatro faixas, o que geraria em problemas de trânsito maiores do que já estão.

Ricardo Nunes vem fortificando o programa de recapeamento. Até o presente momento, são 70 os trechos em recape, que totalizam uma área de 2,4 milhões de metros quadrados. Somando as áreas já concluídas, em execução e as contratadas, o programa ultrapassou 8,6 milhões de metros quadrados. Desde o dia 20 de junho de 2022, início do programa de recapeamento, os 313 trechos finalizados correspondem a cerca de 6 milhões de metros quadrados.

Entre os critérios considerados para a escolha destas vias que passam por recape, estão o volume de tráfego e a deterioração do pavimento existente, demanda de transporte coletivo sobre pneus, histórico de operação de conservação de pavimentos viários, além de outras demandas da própria comunidade.


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

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