Homem é preso na Zona Sul após estuprar mulher de 43 anos

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A mulher seguia para o ponto de ônibus quando foi ameaçada com uma arma de fogo e levada para um local isolado. Depois do crime, ela foi na delegacia registrar boletim de ocorrência e policiais acharam o homem em um matagal próximo da Represa Guarapiranga


Um homem de 48 anos foi preso na Zona Sul de São Paulo, depois de abusar sexualmente de uma mulher de 43 anos, no dia 24 de junho.

No dia do crime, a vítima caminhava em direção ao ponto de ônibus quando o homem a abordou e a empurrou para dentro de um carro. Ela foi ameaçada com uma arma de fogo e levada para um local isolado, onde foi estuprada.

Depois do crime, o homem deixou a mulher deitada no banco da frente do carro e voltou a dirigir. Ao chegar na Av. Atlântica, ele parou e abriu a porta do veículo. Neste momento, um motociclista bateu no carro e caiu. O criminoso, então, saiu do veículo e fugiu em direção a uma mata.

A vítima se encaminhou para o 102º Distrito Policial Socorro e fez boletim de ocorrência. Os agentes iniciaram as buscas e encontraram o criminoso num matagal próximo da Represa Guarapiranga.

O homem ainda tentou resistir à prisão, mas foi reconhecido pela vítima e preso.

No mês de maio, o Estado de São Paulo apresentou elevação de 32, 9% nos casos de estupro, passando de 669 para 889 casos, de acordo com a Secretaria de Segurança Pública.

De acordo com o Instituto Sou da Paz, o primeiro trimestre de 2021 resultou em 34 casos de estupro por dia no Estado de São Paulo.

Em comparação com o mesmo período do ano passado, houve um aumento de 7% nos casos de estupro tendo 3.113 registros.

Esses números, no entanto, podem ser ainda mais altos: o Instituto Sou da Paz acredita que exista subnotificação de casos no período da pandemia.

“As pessoas [estavam] trancadas em casa com o agressor e com muita dificuldade de fazer a denúncia. Em outros países houve iniciativas muito interessantes, por exemplo, trabalhar com profissionais nas farmácias. A mulher vai até a farmácia e se combina um código para que ela possa naquele estabelecimento denunciar. E aí a farmácia faz o contato com a polícia. Então envolver também outros grupos de outros serviços para que a denúncia chegue. É preciso ser criativo”, afirma Carolina Ricardo, diretora executiva do Instituto Sou da Paz.


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