Governo termina obras de melhoria na Estação Capão Redondo

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Obras de readequação ampliaram o espaço em 63%, com melhoria de acesso preferencial para pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e aumento no número de catracas


As obras de melhoria na Estação Capão Redondo, na Linha 5-Lilás, prometidas para serem entregues até a primeira quinzena de novembro, já foram concluídas e já estão em uso pela população, desde a última terça-feira (22).

As obras incluem a ampliação em 63% da área de acesso, o que vai facilitar a entrada das 100 mil pessoas que usam a estação; na parte lateral, onde antes existia uma escadaria, foi implantada uma rampa de acessibilidade que dá acesso direto às catracas para pessoas com mobilidade reduzida e cadeirantes; a ampliação de 11 para 15 no número de catracas.

Também foram implantadas catracas entre a entrada da Estação e a área do Terminal de ônibus, para que o fluxo de passageiros seja acelerado. As máquinas de autoatendimento para recarga de bilhetes únicos foram transferidas para a área externa.

Na parte de comunicação visual, houve mudanças no layout na sinalização direcional com placas que seguem o padrão de cor das novas estações da Linha 5-Lilás.

“As melhorias no acesso à estação Capão Redondo são de suma importância para os cidadãos da região, que terão maior conforto no embarque e no desembarque, em especial os passageiros com mobilidade reduzida. Além de terem sido concluídas antes do prazo estimado, as obras contaram com investimento exclusivo da iniciativa privada”, disse o secretário de Transportes Metropolitanos, Alexandre Baldy.

De acordo com o Governo, este projeto de readequação é necessário para atender o crescimento da demanda de passageiros na Linha 5-Lilás. “Especialmente na Estação Capão Redondo o público aumentou significativamente após a abertura, em 28 de setembro do ano passado, das estações Santa Cruz e Chácara Klabin, que fazem integração com as linhas 1-Azul e 2-Verde, respectivamente. A quantidade de passageiros transportados subiu mais de 90% de 320 mil, em agosto de 2018, para os atuais 600 mil”.


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