Governo de SP libera aulas presenciais para cursos Superior e Técnico

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Apenas 35% dos alunos podem voltar para as salas de aula para atividades práticas. Os estágios obrigatórios e o internato dos cursos de medicina, enfermagem, farmácia, fisioterapia e odontologia também podem retornar. As aulas em escolas complementares (que oferecem cursos de dança, informática e idiomas) estão liberadas para 40% dos alunos


Cidades que estão na Fase Amarela do Plano São Paulo há 14 dias, como a capital paulista, podem retomar as aulas presenciais para cursos de Ensino Superior e Técnico com atividades práticas. O Governo de SP também liberou o retorno dos estágios obrigatórios e o internato dos cursos de medicina, enfermagem, farmácia, fisioterapia e odontologia.

“Ajustes têm sido feitos nos programas e grades de disciplinas dos cursos nesse contexto de pandemia, com adiamento de disciplinas práticas e laboratoriais ou substituição por aulas e atividades a distância mediadas pela tecnologia, como recomenda o parecer do Conselho Nacional de Educação CNE/CP Nº 5/2020. Contudo, esse tipo de adequação é mais difícil de ser realizada para os estudantes nos períodos finais dos cursos que exigem atividades práticas e laboratoriais, uma vez que já cumpriram boa parte das disciplinas teóricas e nem todas as disciplinas e atividades são facilmente substituíveis por aulas mediadas por tecnologia”, afirmou o Governo. No entanto, apesar da liberação, apenas 35% dos alunos podem voltar para as salas de aula do Ensino Superior e da Educação Técnica.  

Os cursos livres (como idiomas, informática e artes) foram enquadrados na área de serviços, setor que também já foi autorizado para atender o público. Assim, devem seguir as regras sanitárias deste setor: receber 40% dos alunos e funcionar apenas 6 horas por dia. Além disso, escolas que oferecem cursos complementares devem organizar a entrada e a saída para evitar aglomerações, manter distanciamento de 1,5 metro e higienizar os espaços.

“A cidade de São Paulo já está há 14 dias no amarelo. Portanto, a universidade, se desejar, poderá voltar com as aulas na área da saúde. Em relação à educação complementar, algo que se decidiu é que ela vai para o Plano SP. Já foi tomada essa decisão pelo comitê de saúde. Ela é uma área não regulada, ou seja, são as escolas de dança, de inglês, onde os conselhos estadual, municipal e nacional de Educação não atuam. Portanto, elas são uma prestação de serviços para o cidadão e passam a seguir as regras do Plano SP, mas também observando os protocolos de educação”, explicou o secretário estadual de Educação, Rossieli Soares.


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