Fraternidade Aca Laurência realiza evento Outubro Rosa e Novembro Azul

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Mais de 100 convidados se reuniram na sede do CIESP Distrital Sul, em Santo Amaro, para entrega de diplomas de solidariedade a personalidades e instituições apoiadoras


Com o apoio da Distrital Sul do Centro das Indústrias do Estado de SP (CIESP), a Fraternidade Aliança Aca Laurência realizou o evento Outubro Rosa e Novembro Azul com a presença de mais de 100 convidados entre conselheiros, apoiadores e lideranças da região Sul, como o presidente do CETRASA, Dr. José Carlos Bruno, e Solange Mazia, do Conselho da Mulher da Associação Comercial de SP (ACSP) – Distrital Sul.

Imprensa local foi homenageada em evento da Fraternidade Aca Laurência | Foto: A3 Agência de Imagens e Notícias/Adilson Araújo

Durante o evento foram entregues diplomas para pessoas e instituições que apoiam as ações da fraternidade como o CETRASA, o Rotary, o Instituto Hera Artemisul, e arrecadados lenços e fios de cabelo para pacientes que estão em tratamento contra o câncer.

“Nós estamos fazendo o Outubro Rosa desde que iniciou a fraternidade e aproveitamos para entregar o diploma da solidariedade que é para todas as pessoas que nos ajudam. No Novembro Azul convidamos aqueles homens que a gente sabia que viriam, para que no próximo ano possamos trazer palestras voltadas para o Novembro Azul”, explicou Rosely Ugolini, presidente da Fraternidade Aliança Aca Laurência.

Cris Sandre, vice-presidente da fraternidade, disse que “esse evento é um dos nossos xodozinhos. Eu acho que é uma ação muito bonita, além de todas as outras que a gente faz como enxoval de bebê, entrega de cadeiras de rodas e de alimentos. Estamos tentando verba para realizar a reforma do asilo ainda esse ano também”.

“Nós representamos as indústrias do Brasil e os industriais. Eles trabalham demais para ter tempo de ir no médico. Tem que fazer os exames, é importante”, falou Leonardo Ugollini, presidente do CIESP Distrital Sul.

A Drª Audrey Worthington, médica cirurgiã plástica, deu uma palestra sobre a importância do estado emocional e como a alimentação influencia diretamente na saúde. “São sementes lançadas em 15 minutos para que as pessoas reflitam sobre isso. Às vezes não cai a ficha na hora, mas depois de ouvir, as pessoas refletem”.

Evelin Scarelli teve câncer aos 23 anos e hoje, além de criar um projeto com pacientes do Oncoguia distribuindo lenços, ela dá palestras motivacionais para mulheres com a doença. “Nada é nosso, tudo vem através da gente. É assim que eu me sinto em cada palestra, parece que tudo revigora. É um processo longo, não é fácil, mas eu escolhi levar ele com mais leveza. Acaba valendo a pena quando eu falo, porque eu conheço pessoas, recebo abraços e vejo que eu estou no caminho certo”, contou Evelin, que recebeu mais de 100 lenços das mãos da presidente.

Para a Comandante da Guarda Civil Metropolitana (GCM), Elza Paulina de Souza, “a GCM é uma instituição que está a serviço da população. E mais ainda, os integrantes são pessoas, seres humanos que também precisam se sensibilizar nessas ações, se sentir pertencentes a esse contexto. Somente dessa forma a gente consegue propagar um serviço de maestria”.

A GCM possui um programa chamado Guardiã, em que o Ministério Público determina onde eles devem acompanhar para ver se o autor está cumprindo as medidas protetivas com visitas as mulheres que sofreram a violência. “Tem ajudado bastante. Elas se sentem mais seguras e sabem que a gente está ali, apoiando através das rondas. Conversamos com elas, o que inibe o autor e também os crimes na região”, falou a Subinspetora Marli Crispin da Silva.

“Quando você chega em uma situação de violência você pega uma mulher sem brilho e, ao longo do tempo, você vê uma mulher empoderada, pronta pra luta. É muito bom, não tem dinheiro que pague”, concorda a CD da GCM, Lenilda da Silva Alencar.

Lúcia Brugnera, presidente do Instituto Hera Artemisul, falou um pouco sobre o trabalho da instituição e também sobre o projeto Fios de Berenice. “Nós acolhemos a mulher em qualquer situação, violência, doença e depois capacitamos e recolocamos no mercado de trabalho. Temos vários projetos e criamos o Fios de Berenice, que é distribuído para mulheres de todo o Brasil”.


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