Escolas estaduais retornam às aulas em 1º de fevereiro de 2021

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O retorno depende da evolução da pandemia da Covid-19 até o próximo ano. Os alunos que não entregarem todas as atividades realizadas nas aulas a distância podem ser reprovados. Em dezembro e em janeiro os alunos farão uma avaliação obrigatória para dimensionar o que foi aprendido e o Governo pretende contratar 10 mil professores para aulas de reforço nas férias


O ano letivo nas escolas estaduais em 2021 deve começar no dia 1° de fevereiro. No entanto, tudo depende da evolução da pandemia da Covid-19 até o próximo ano.

“A gente está organizando o calendário para ter no ano que vem um ano mais próximo do normal possível. É claro que daqui até lá a gente vai estar avaliando, olhando sempre com a área da Saúde, mas o calendário das escolas estaduais vai começar a partir do dia 1º fevereiro. Então, as aulas, as atividades presenciais com os nossos estudantes e com as escolas funcionando. Até lá vamos entender se é o todo, se é uma parte”, afirmou Rossieli Soares, secretário estadual da Educação.

Os anos letivos de 2020 e 2021 são vistos como um ciclo contínuo. Assim, o aprendizado previsto nesses dois anos será avaliado de forma única no final de 2021, ao longo de oito bimestres (quatro de 2020 e quatro de 2021). Apenas os alunos do 3º ano do Ensino Médio estão fora da regra, já que o 4º ano do Ensino Médio é opcional.

Mesmo com todas as dificuldades impostas pela pandemia, como as aulas a distância, os alunos têm que entregar um número mínimo de atividades em 2020 para serem aprovados para uma nova série em 2021.

“Hoje a gente tem em torno de 15% dos estudantes que estão no nosso radar como uma possibilidade de termos algum tipo de problema de reprovação. Nós acreditamos que esse número será menor, às vezes ainda não tem informação no sistema e a escola vai trazendo a todo momento, mas é em torno de 15% da rede. É um número elevado ainda”, disse o secretário.

Em dezembro e janeiro os alunos farão uma avaliação obrigatória para dimensionar o que foi aprendido no período de aulas a distância. Com base nos resultados, os professores criarão um plano de recuperação.

Durante as próximas férias, 10 mil professores contratados darão aulas de reforço para os alunos. Esses contratos podem ser de novos professores ou de docentes da rede estadual, que terão um pagamento extra.

“O programa será implementado para minimizar os déficits na aprendizagem dos estudantes que podem ter ocorrido durante o período de suspensão das atividades presenciais. Além dos novos profissionais, mais de 140 mil profissionais serão formados para atuar no programa de Recuperação. Eles terão à disposição para o trabalho recursos didáticos impressos e digitais específicos, como 6 milhões de cadernos de atividades para os alunos por bimestre”, informou o Governo de SP.

Confira o calendário do próximo ano:

  • Recesso escolar: 18 a 25 de janeiro
  • 1º bimestre:      1 de fevereiro a 16 de abril
  • Recesso escolar: 19 a 23 de abril
  • 2º bimestre:      26 de abril a 5 de julho
  • Férias docentes: 6 a 20 de julho
  • 3º bimestre:      21 de julho a 8 de outubro
  • Recesso escolar: 11 a 15 de outubro
  • 4º bimestre:      18 de outubro a 21 de dezembro

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