Educação é o antídoto para as fake news dos movimentos anti-vacinas

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Diversas cidades no Brasil passaram a receber as doses das vacinas contra a Covid-19, além dos insumos necessários para a imunização, como agulhas e seringas. Em razão da proximidade da vacinação para os brasileiros, as fake news disseminadas pelos movimentos negacionistas ganharam ainda mais repercussão nas redes sociais e portais de caráter duvidoso. Para a popularização dos grupos anti-vacinas e a falta de confiança na ciência se dão pela deficiência da educação básica e a ausência de confirmação/monitoramento das informações que circulam na internet. Basta estudar um pouquinho de História, Ciências e Biologia para perceber o quão absurdo é negar a vacina.

Até hoje nunca foi criada uma vacina que apresente 100% de imunização. As vacinas são desenvolvidas para estimular o sistema imune a produzir anticorpos contra o patógeno em questão. Nas fases iniciais da fabricação, são calculados os valores e as concentrações que serão utilizadas para evitar reações inadequadas, como febre, náuseas e dor de cabeça. Há pessoas que vão responder mais e outras que podem responder menos, isto é normal.

Por ser a primeira vez que vacinas são fabricadas em menos de 1 ano não significa que elas não funcionam ou que são ruins, afinal temos tecnologia para desenvolvê-las de forma rápida e com segurança. A vacinação nunca causou problemas de saúde, pelo contrário, preveniu que a população contraísse doenças no decorrer da vida. Dentro do curto espaço de tempo e pela urgência da situação, as vacinas que foram aprovadas pela Anvisa são, no mínimo, muito boas e representam o início do fim desta pandemia.


BENISIO FERREIRA é doutor em Biotecnologia e coordenador do curso de Biomedicina do Centro Universitário Internacional Uninter

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