Com infiltrações, Prefeitura interdita trechos da marquise do Parque Ibirapuera

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A vistoria da marquise acontece em meio ao processo de perícia em diversas pontes e viadutos da capital que apresentam risco

 

 

Nesta terça-feira (5), a Prefeitura de São Paulo interditou trechos da marquise do Parque Ibirapuera após uma vistoria preventiva que constatou danos na impermeabilização, infiltrações, pontos de segregação do concreto e corrosão da armadura.
Devem receber reparos a laje inferior, com novo forro removível, e a laje superior será impermeabilizada. Apesar das nervuras, pilares e vigas não apresentarem danos estruturais, segundo a Prefeitura, essas áreas também serão reformadas para obter mais durabilidade.
Os custos e prazos de término da obra serão definidos pelas Secretarias de Infraestrutura Urbana e Obras (SIURB) e do Verde e do Meio Ambiente (SVMA), que ainda precisam da autorização dos órgãos de tombamento, já que o Parque Ibirapuera é considerado patrimônio histórico de São Paulo.

 

 

VISTORIA E MANUTENÇÃO EM PONTES
A vistoria da marquise do Parque Ibirapuera acontece em meio ao processo de perícia em diversas pontes e viadutos da capital, que vem acontecendo desde a ruptura do viaduto da Marginal Pinheiros, em novembro do ano passado.
Uma inspeção emergencial está sendo feita em 16 locais que apresentam risco de colapso, dois deles na Zona Sul: os viadutos Gazeta do Ipiranga e Grande São Paulo.
A marquise do Ibirapuera, que tem 27 mil metros, já apresentou problemas em novembro de 2017, quando uma parte do teto caiu e assustou quem usava o espaço para fazer atividades físicas. Ninguém se feriu na ocasião.
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