Com estímulo a cultura e artes, grupo musical de escola da Zona Sul ganha prêmio

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A Banda MABREU, da EMEF Doutor Manoel de Abreu ganhou o 3º lugar do Prêmio Heitor Villa-Lobos da Educação Municipal. O projeto existe desde 2010 levando música, cultura e arte para dentro da escola


No ano passado, em plena pandemia, uma escola municipal da Zona Sul ganhou o 3º lugar do Prêmio Heitor Villa-Lobos da Educação Municipal com o “Projeto de Educomunicação – Banda MABREU”.

O projeto da EMEF Doutor Manoel de Abreu, no Jardim Três Corações (no Grajaú), acontece desde 2010, levando música, cultura e arte para dentro da escola. Por quatro horas semanais, os estudantes têm um encontro de formação em que estudam música, fazem pesquisas sobre movimentos musicais, e ouvem e refletem sobre composições clássicas.  Então, todos ensaiam as músicas e se dividem em pares para entender a comunicação em cima do palco. Na orientação, os estudantes também aprendem sobre como utilizar os aparelhos de som, as câmeras e microfones, para atuarem como voluntários em eventos da escola.

A cada ano um grupo diferente é formado, então, a composição da banda varia entre os alunos. Sempre há vocalistas e músicos que tocam bateria, guitarra, violão, contrabaixo e também teclado e flauta doce. No ano passado, a MABREU foi composta por 16 alunos, sendo que desde 2010, já participaram do projeto 68 estudantes.

“A ideia de criar um projeto para ensinar os alunos a tocar, a cantar e refletir sobre os diversos ritmos musicais, surgiu em 2010. Desde então, tenho desenvolvido este projeto com Ensino Fundamental I e II. São muitos os alunos que hoje estão no Ensino Médio e até no Ensino Superior que passaram pelo projeto e utilizam a música em seu dia a dia. Alguns tocam instrumentos musicais em suas igrejas, outros ganharam bolsas de estudo pela música. Muitos puderam apreciar os momentos de protagonismo frente aos colegas e pares”, explica o Professor Orientador de Educação Digital, Paulo Pires dos Santos.

Os estudantes apresentam músicas variadas, como MPB, e músicas mais atuais que refletem os temas trabalhados nas aulas tradicionais.

Durante a pandemia, como os alunos estavam em distanciamento social, foi preciso fazer a música a distância: o professor Paulo gravou uma base instrumental e cada aluno colocou sua voz.

“O trabalho desenvolvido pelo professor Paulo tem nos mostrado a mudança nas atitudes dos alunos, que estão mais responsáveis, motivados para escola e para a vida. Estamos muito felizes com o resultado. O grupo consegue envolver e estimular a participação dos estudantes neste e nos demais projetos da escola. Quando eles se apresentam na nossa escola ou em outras da região são sempre bem recebidos com grandes públicos”, se orgulha a coordenadora pedagógica da EMEF, Gilvana Oliveira Brandão Prado.


SUGESTÕES DE PAUTA: [email protected]

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