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sexta-feira, 24 junho, 2022
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    Calçadas quebradas e sem acesso para deficientes geram queixas de moradores no Brooklin

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    A Prefeitura disse que investiu R$ 140 milhões na requalificação de calçadas até o ano passado, mas, na Av. Padre Antônio José dos Santos há reclamações sobre calçadas desniveladas e falta de acesso para cadeirantes


    De acordo com a Prefeitura de São Paulo, até dezembro do ano passado cerca de 1.651.818m² de calçadas foram requalificadas em toda a cidade, além de terem sido construídas 4.000 rampas de acesso. O investimento foi de R$ 140 milhões.

    No entanto, quem mora no Brooklin parece não ter visto melhorias nas calçadas da região. Uma moradora enviou reclamação sobre a Av. Padre Antônio José dos Santos. “Cada comerciante, faz o que quer, deixam todas as calçadas desniveladas, não é possível um cadeirante se movimentar, e ainda, deixam de plantar árvores para fazer estacionamento, deixando ilhas de calor, insuportáveis”, afirma a munícipe.

    A reportagem do Grupo Sul News esteve no local e observou que no cruzamento da Av. Padre Antônio José dos Santos com as avenidas Portugal e Hollywood, os acessos para cadeirantes estão quebrados, o que dificulta ou até impossibilita a passagem.

    O mesmo acontece na Av. Padre Antônio José dos Santos, altura do número 1.019: há uma faixa de pedestre, em frente a uma escola pública, mas não há acesso para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida.

    Entre a Av. Padre Antônio José dos Santos e a Rua Catipará, a passagem de pedestres também está toda quebrada. Mais à frente, a calçada da EMEI Profª Isabel Colombo está quebrada e vários fios da rede de telecomunicações estão caídos.

    Depois do contato da reportagem, a Subprefeitura Pinheiros informou que iniciou, na última quinta-feira (11), a reforma dos acessos a cadeirantes nos endereços citados e que a Avenida Padre Antônio José dos Santos receberá fiscalização para avaliar a necessidade de reparos em calçadas de propriedade particular. “Em caso de más condições do passeio de propriedade particular, o infrator é multado por meio da Lei Nº 15.442/2011 e intimado a regularizar o passeio. Se no prazo de 60 dias a calçada for readequada, a multa pode ser cancelada. O valor atualizado da multa é R$ 497,32 por metro linear. Em 2020, a Subprefeitura Pinheiros aplicou 125 multas”.

    Sobre a EMEI Profª Isabel Colombo, a Subprefeitura disse que “no entorno da EMEI, foi programada para a próxima semana uma poda de levantamento da copa das árvores, capinação e pintura de guias, posteriormente, será realizada reforma no passeio público”, afirmaram.

    A unidade de ensino também recebeu insumos e adaptações para receber os estudantes na volta às aulas presenciais. “A Prefeitura de São Paulo já se preparava para a retomada e por isso investiu quase R$1,7 bilhão ao longo de 2020 na compra de equipamentos, reforma e manutenção das escolas. A Secretaria Municipal de Educação esclarece que um terço das unidades foram reformadas, com um investimento de R$ 274 milhões em 552 escolas e repassados R$297 milhões através Programa de Transferência de Recursos Financeiros (PTRF) para que as unidades realizassem o necessário para o retorno”, esclareceu a Prefeitura.


    SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

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