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sexta-feira, 27 maio, 2022
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    Associação comercial de SP prevê melhora nas vendas do varejo para o Dia dos Pais

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    Por causa da pandemia, o índice que mede o consumo das famílias foi o menor dos últimos 10 anos, já que as pessoas passaram a comprar apenas produtos essenciais, como remédios e comida. Mas em datas comemorativas, como o Dia dos Pais, as compras do varejo podem crescer 20% em relação a julho


    Um levantamento da Federação do Comércio identificou que o paulistano está comprando menos durante a quarentena e quando compra, opta pelos produtos essenciais, como remédios e comida. O índice que mede o consumo das famílias (ICF) é o menor dos últimos 10 anos e o resultado foi uma queda no endividamento de quem vive na capital.

    O ICF caiu 2,1% em julho: está em 61,6 pontos, sendo o menor patamar desde 2010, segundo a Federação do Comércio.

    Apesar de dar prioridade às compras essenciais, o paulistano não tem a intenção de deixar as datas comemorativas de lado. Segundo a Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o Dia dos Pais, comemorado no próximo domingo (10), pode elevar em 20% as vendas do varejo, em relação aos 10 primeiros dias de julho.

    “Tendo em vista não apenas o apelo dessa data, mas também o fato de que muitos não puderam presentear as pessoas durante o período do isolamento, agora poderão aproveitar as promoções para comprar. Embora venha ocorrendo ligeira melhora do emprego e da renda, como as perdas foram muito fortes durante o isolamento, na comparação com o mesmo período do ano passado, a queda ainda é muito grande”, afirma Marcel Solimeo, economista da ACSP.

    Quem for comprar um presente para o pai, no entanto, não pretende gastar muito: entre R$ 51 e R$ 100, de acordo com pesquisa feita pela Associação Brasileira de Lojistas de Shopping (Alshop). No ano passado, o presente dos pais custou R$ 160, em média.

    Pela pesquisa, os presentes mais comprados serão roupas (44%), perfumes e cosméticos (10%) e produtos eletrônicos (8%). Além disso, a maior parte das pessoas farão suas compras pela internet (46%), o resto se divide para comprar em shoppings (19%) e lojas de rua (12%).

    “A pandemia do novo coronavírus acelerou o consumo online, e as marcas que já se consolidaram em formato digital colheram bons frutos durante essa crise e puderam comemorar por ter dado esse passo antes da chegada desta crise. De vista do lojista, a recuperação está acontecendo de forma lenta, até porque cerca de 20% dos shoppings no país estão fechados e a maioria funciona em horário reduzido, apesar dos rígidos protocolos sanitários adotados nestes empreendimentos”, reflete Nabil Sahyoun, presidente da Alshop.


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