Aluguel residencial no Itaim Bibi é um dos mais caros de SP, revela administradora imobiliária

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Do total de novos contratos firmados nos quatro primeiros meses de 2019, 84% foram de apartamentos e 16% de casas residenciais

 

 

Um levantamento da administradora e imobiliária Lello, com base nos novos contratos de locação de imóveis residenciais firmados no primeiro quadrimestre de 2019, em diferentes bairros da capital paulista, mostrou que os bairros de Pinheiros e Itaim Bibi possuem os valores mais altos de aluguéis, com média de R$ 3,5 mil mensais.
Já em Santana, o valor da locação fica em torno de R$ 1,9 mil, em média. Nos Jardins, o aluguel médio, conforme os contratos firmados nos quatro meses iniciais deste ano, é de R$ 3,2 mil mensais, enquanto na Vila Nova Conceição o valor gira em torno de R$ 3,8 mil.
Os valores médios dos novos aluguéis firmados na região de Perdizes são de 2,5 mil e também de R$ 2,5 mil na Vila Mariana. No Tatuapé e na Mooca, o custo da locação é de R$ 2,1 mil, em média. O levantamento também incluiu a região do ABC: lá o valor médio dos alugueis firmados entre janeiro e abril deste ano foram de R$ 1,7 mil por mês.
Do total de novos contratos firmados nos quatro primeiros meses de 2019, 84% foram de apartamentos e 16% de casas residenciais. O valor médio total das novas locações na cidade de São Paulo ficou em R$ 2,2 mil, o mesmo verificado no mesmo período de 2018.
“Os valores das novas locações variam conforme três fatores principais: a relação entre a oferta e a procura, a localização e a conservação dos imóveis”, diz Roseli Hernandes, diretora de Locação da Lello Imóveis.
Segundo a diretora da Lello, no primeiro quadrimestre de 2019, os tipos de imóveis mais procurados foram apartamentos de dois dormitórios situados em prédios com ao menos uma vaga na garagem e áreas de lazer, preferencialmente próximos de estações de metrô.
O levantamento apontou ainda que o fiador foi usado como garantia em 52% dos novos contratos de locação. Já a caução (depósito de três aluguéis) respondeu por 24%, e o seguro-fiança, 16%. Títulos de capitalização foram usados como garantia em 6% dos novos contratos.
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