Surto de dengue impacta na queda das doações de sangue no GSH Banco de Sangue de São Paulo

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O GSH Banco de Sangue de São Paulo atende diariamente, das 7h às 18h, inclusive aos domingos e feriados, na Rua Tomás Carvalhal, 711, no bairro Paraíso


O GSH Banco de Sangue de São Paulo ainda não conseguiu equilibrar seus estoques sanguíneos, que, desde o início do ano já enfrentavam um déficit de 70%. Com o período de férias, seguido do feriado prolongado de Carnaval, a situação se agravou, e, atualmente, a unidade vem recebendo cerca de apenas 35 a 40 doações por dia, quando o ideal seriam 160 bolsas, diariamente, para atender com conforto às demandas dos hospitais.

A líder de captação do GSH Banco de Sangue de São Paulo, Janaína Ferreira, destaca um outro problema que tem colaborado para a queda nos estoques: o aumento dos casos de dengue na cidade. “Com os casos graves de dengue, aumenta a necessidade de transfusões de sangue nos pacientes internados acometidos pela doença. Por outro lado, os doadores que contraem dengue ficam inaptos a doar por 30 dias. Já em caso de dengue hemorrágica, esse prazo chega a 180 dias. É uma conta que não fecha”, explica Janaína Ferreira.

Por isso, o GSH Banco de Sangue de São Paulo convoca a população para entrar em uma grande corrente do bem para doar sangue e salvar vidas. “A necessidade é urgente, pois quem está doente e precisando de hemocomponentes para sobreviver não pode esperar”, ressalta a líder de captação.

Todos os tipos sanguíneos são necessários neste momento, porém os de Rh negativo são os que mais estão em falta. Mesmo quem não sabe qual o seu tipo sanguíneo pode doar, pois, no procedimento de doação é realizado o teste de tipagem.


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

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