Moradores da Rua Pires de Oliveira esclarecem situação com vigia publicada na edição passada

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Moradores se mostraram indignados com a publicação e escreveram carta explicando o ocorrido


Resposta ao jornal Gazeta de Santo Amaro à publicação da Carta do Leitor, edição do dia 26/12/2022.

Em, 26/12/2022, parte dos moradores da Rua Pires de Oliveira, mais especificamente, os pagantes do serviço de vigilância em funcionamento na rua, tomaram conhecimento da publicação feita na mesma data, na seção “Carta do Leitor” com o título “MORADORES DA GRANJA JULIETA VIVEM PÂNICO COM VIGIAS POR PAGAMENTOS”, e entenderam pertinente prestar certos esclarecimentos, para a melhor compreensão dos fatos ora narrados.

Primeiramente, pontua-se a indignação de tais moradores diante dos fatos relatados, eis que se mostra descabida a publicação de uma matéria de forma generalizada, em nome de um bairro, ou de uma rua inteira (“moradores da Granja Julieta pedem ajuda para as autoridades”).

A guarita que aparece na imagem veiculada à matéria está localizada no trecho da Pires de Oliveira em que há a adesão de parte dos moradores aos serviços de vigilância, realizados por prestadores de serviços contratados com essa finalidade.

Cumpre destacar que tais serviços são prestados no referido trecho há pelo menos 20 anos, sendo que, desde que foi instituído, os moradores aderentes tiveram como premissa a garantia das condições mais dignas e adequadas aos prestadores de serviços (que são mensalmente remunerados, contando, inclusive, com o pagamento de uma décima-terceira retirada, férias e horas que excedem o expediente combinado, remuneradas).

Tais condições foram definidas em consenso pelos moradores aderentes, não sendo verdadeira – ao menos no que diz respeito ao trecho da Rua Pires de Oliveira retratado na imagem veiculada à matéria – a informação de que tais vigias estariam “aterrorizando os moradores atrás de pagamentos pelas devidas seguranças”. Novamente, trata-se de iniciativa voluntária de parte dos moradores da rua, que dividem os custos relativos aos serviços pelo número de aderentes.

Além disso, todas as menções ao termo “milícia” ao longo da matéria são inadequadas, e não correspondem, em absoluto, às práticas verificadas cotidianamente em tal trecho da Rua em questão.
No que diz respeito, especificamente, a situação relatada na matéria (suposta abordagem com facão), mais uma vez, reiteramos a irresignação dos moradores aderentes em razão da narrativa enviesada e inadequada utilizada ao relatar os “fatos”. A bem da verdade, houve uma situação específica e pontual, no ano de 2020, cuja motivação em nada se relaciona ao suposto não pagamento dos serviços prestados, a qual está sendo devidamente tratada pelas autoridades competentes, entre as pessoas envolvidas.

A título de esclarecimento, o que houve, na época, foi uma desavença entre um morador e sua inquilina, que gerou um conflito entre ambos (eis que tal morador partiu em direção da inquilina portando uma corrente de portão), de modo que o vigia adotou medidas para defende-la. Como citado, tais fatos estão sendo devidamente apurados pelas autoridades competentes.

Feitos os devidos esclarecimentos, os moradores aderentes ao sistema de vigilância de tal trecho da Rua Pires de Oliveira ressaltam que confiam nos prestadores de tais serviços, sendo que os mesmos são educados, solícitos e prestativos, não só conosco que pagamos os salários mas com todos que transitam por nossa rua. São conhecidos por muitos moradores que estão em nosso bairro há décadas.


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

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