Com “Fase de Transição”, Governo de SP determina datas de reabertura do comércio

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Depois de uma leve queda no número de internações, comércios e Igrejas voltam a abrir no próximo domingo (18). Já a partir do dia 24 de abril, é a vez da reabertura de parques, salões de beleza, restaurantes, academias e centros culturais


Depois de 28 dias de fase emergencial e mais seis dias de fase vermelha, o Estado de São Paulo entra numa nova fase do Plano de Flexibilização do comércio: a fase de transição.

Essa transição para a reabertura do comércio só será possível graças a leve queda no número de internações, mesmo que o Estado de São Paulo já tenha ultrapassado mais de 86 mil mortes pela Covid-19.

“Para que possamos fazer essa retomada com segurança, sem perder todo o esforço realizado, nós estamos trazendo essa fase de transição, esse período de duas semanas que vai mostrar a nossa capacidade de trabalhar junto pela ciência da saúde, pela ciência da economia, pela ciência humana. Fazendo juntos o trabalho que é buscar proteger vidas, empregos, e combater a fome”, disse Patrícia Ellen, secretária de Desenvolvimento Econômico.

Pelas regras da Fase de Transição, a partir do próximo domingo (18), está autorizada a reabertura de shoppings e lojas de rua, das 11h às 19h, com 25% do público; e estão liberadas as atividades religiosas, com distanciamento social e controle de acesso.

A partir do dia 24 de abril voltam a atender presencialmente:

• parques;
• salões de beleza, das 11h às 19h, com 25% do público;
• restaurantes e lanchonetes: das 11h às 19h, com 25% do público;
• cinemas, teatros, museus e eventos: das 11h às 19h, com 25% do público sentado;
• academias e centros esportivos: das 7h às 11h e das 15h às 19h, individualmente, com 25% do público.

O toque de recolher ainda permanece, das 20h às 5h e o Governo ainda recomenda o escalonamento do horário de entrada e saída para profissionais do comércio, de serviços e das indústrias.

Esses setores da economia funcionam nestes horários e sob essas condições, pelo menos, até o dia 30 de abril. A partir do dia 1º de maio, o Governo de São Paulo prevê uma nova atualização do Plano São Paulo.

“Importante a gente frisar que o que estamos fazendo no meio de uma pandemia, que é uma guerra sanitária, é avaliar a situação de hoje, prever a situação dos próximos dias, e procurar com muita segurança, se é que é possível, dar passos adiante”, disse o vice-governador Rodrigo Garcia.

Abril já é o segundo mês com mais mortes no Estado de São paulo desde o início da pandemia. Nos primeiros 15 dias do mês foram registrados 11.883 óbitos, quase alcançando o número total de mortes do mês de março deste ano: 15.159.


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