Com as escolas fechadas, alimentos das refeições dos alunos são destinados a famílias carentes

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Mais de 160 toneladas de alimentos que estavam estocados nas escolas municipais foram redirecionados para o Banco de Alimentos da cidade de São Paulo, que distribui cestas básicas para pessoas em vulnerabilidade


Como as escolas públicas estão fechadas, devido a pandemia do novo coronavírus, a Prefeitura redirecionou 161 toneladas de alimentos, que estavam estocados nas Escolas Municipais, para o Banco de Alimentos da cidade de São Paulo e também para os 38 Centros de Acolhimento da Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS).

Esses alimentos seriam utilizados para fazer as refeições dos alunos da rede municipal, porém, como os alunos estão em casa por causa do recesso escolar e prolongamento da quarentena, os produtos serão usados para alimentar famílias e pessoas desabrigadas. Em dias normais, são feitas cerca de 2,5 milhões de refeições para 1 milhão de alunos.

“Finalizamos o redirecionando de alimentos que estavam estocados em nossas Escolas para serem distribuídos ou preparados durante o enfrentamento da pandemia de Coronavírus. São diversos itens que garantirão refeições aos que mais precisam na cidade de São Paulo”, destacou o secretário municipal de Educação, Bruno Caetano.

DOAÇÕES DE ALIMENTOS

No mês de abril, o Banco de Alimentos da cidade de São Paulo registrou um recorde histórico de doações: 388 toneladas, valor 14,8% maior que as doações feitas durante todo o ano de 2019. No total, foram doadas 11.444 cestas básicas e 184 toneladas de diversos alimentos.

“As empresas têm papel fundamental no trabalho do Banco de Alimentos, mas entidades e órgãos públicos passaram a destinar parte dos seus estoques para que fizéssemos a logística de doação. No local, recebemos diversos itens como arroz, feijão, farinha, macarrão, biscoitos, mas também produtos perecíveis como lacticínios, refrigerados, frutas, legumes e verduras. Todos são cadastrados, analisados, separados e distribuídos diariamente”, explicou a secretária de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, Aline Cardoso.

Segundo a Prefeitura, a Coopafarga, cooperativa de produtores rurais e agricultura familiar doou 38 toneladas de frutas, legumes, verduras, hortaliças e alimentos não perecíveis; o Grupo Carrefour disponibilizou 9 toneladas de produtos; e a rede Sonda, o Ceagesp e a empresa Dr. Oetker contribuíram com pouco mais de 2 toneladas.

Além disso, a Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Trabalho, com o programa Combate ao Desperdício e à Perda de Alimentos, mantem equipes nas ruas, durante as feiras livres, para coletar frutas, legumes e verduras que seriam descartadas, mas estão em boas condições de consumo e que são destinadas a famílias carentes.


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