Com alta no número de casos de Covid-19, Governo de SP prorroga quarentena até 15 de julho

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Também foi adiado uma nova flexibilização no horário do comércio, que iria fechar às 22h a partir de 1º de julho. Então, o horário atual permanece: das 6h às 21h, com 40% de ocupação até a primeira quinzena de julho. Em junho, o Estado de SP superou o mês de abril no número de casos de Covid-19


Pela 3ª vez, o Governo de São Paulo desistiu de ampliar a flexibilização do comércio e renovou a quarentena no Estado até o dia 15 de julho.

“Devido aos índices ainda elevados de casos, internações e óbitos da pandemia em SP, o Governo do Estado vai seguir mais uma vez a recomendação do Centro de Contingência da COVID-19″, disse o governador João Doria.

Até então, estabelecimentos comerciais funcionariam das 6h às 21h, com 40% de ocupação até 30 de junho. Depois, iriam aumentar o horário em uma hora, para fechar às 22h.

Porém, o horário atual permanece: das 6h às 21h, com 40% de ocupação até a primeira quinzena de julho.

“As normas valem para estabelecimentos comerciais em geral, incluindo galerias e shoppings que também estão autorizados a abrir as portas entre 6h e 21h. O mesmo expediente deve ser seguido por serviços como restaurantes e similares, salões de beleza, barbearias, academias, clubes e espaços culturais como cinemas, teatros e museus”, informou o Governo.

Neste mês de junho, o Estado de São Paulo bateu um novo recorde: garantiu o pior momento da pandemia com o maior número de casos desde abril. Até o dia 23, foram confirmados 358.208 novos casos, sendo que entre 1º e 23 de abril foram 341.713 casos registrados.

“Nós já sabíamos que até o momento atual o impacto da vacinação no número de casos ou na transmissão do vírus seria limitado, porque na faixa etária dos 60 anos ou mais, que é a faixa que está com uma excelente cobertura, a contribuição para o total de casos é modesta, no máximo de 15%. Já na faixa etária de 40 a 59 anos contribui com mais de 1/3 dos casos, de forma que nas próximas semanas nós devemos também ter de forma mais clara o impacto da vacinação dessas faixas etárias”, disse Paulo Menezes, coordenador do Centro de Contingência.


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