ARTIGO | Qual o papel do RH na sustentabilidade?

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‌A sustentabilidade não é um modismo ou uma tendência, é uma responsabilidade que deve ser levada a sério. Ela pode ser definida como a capacidade de atender às necessidades da geração atual usando os recursos disponíveis, sem causar problemas às gerações futuras em atender às suas próprias particularidades.

Implementada corretamente, pode impulsionar os resultados financeiros, apoiando o argumento de que os programas ambientais devem ser proeminentes e alavancados para atrair e reter talentos e fortalecer a marca de uma organização.

Os profissionais de RH têm um papel crítico a desempenhar para garantir que os líderes seniores tenham as ferramentas e o treinamento certo para apoiar suas equipes em uma jornada que promova a sustentabilidade como parte da visão e dos valores corporativos.

Permitir que os funcionários trabalhem remotamente algumas vezes por semana não apenas significa que eles podem desfrutar de maior flexibilidade, mas também ajuda as organizações a reduzir drasticamente sua pegada de carbono.

A chegada das tecnologias de nuvem significa que é possível e plausível que os departamentos de RH conduzam grande parte de seu trabalho on-line, tornando todo o processo de recursos humanos sem papel de ponta a ponta.

Diminuir o uso de papel, digitalizar registros e implementar assinaturas eletrônicas não são apenas ecologicamente corretos, como também mais eficientes. Os documentos digitais são mais acessíveis e permitem maior compartilhamento e colaboração. Eles exigem menos espaço de armazenamento físico e ajudam os funcionários remotos a serem mais eficientes com acesso mais fácil aos principais documentos.

Em média 3% do lucro de uma organização é gasto com papel. Além disso, segundo a consultoria Gartner, cada funcionário gasta cerca de 10 mil folhas de papel por ano. Para completar o cenário desfavorável, 50% do desperdício das empresas está relacionado exatamente com o papel.

O setor de Gestão de Pessoas continuará na vanguarda como impulsionador da mudança, à medida que as empresas avançam para um futuro ainda mais competitivo, construindo culturas e ecossistemas que impulsionam essa medida.

por Inon Neves, vice-presidente sênior da Access Latam


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

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