ARTIGO | A tripla hélice da Sustentabilidade e da Inovação

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Mostra-se fundamental a integração entre os membros da tripla hélice da Sustentabilidade & Inovação, sejam os mundos empresarial, acadêmico e governamental, para orientarmos um novo momento para o país. Cabe às empresas gerarem iniciativas que promovam a sustentabilidade dos negócios, com propósitos genuínos no âmbito socioambiental e de governança, sem esquecer nesse último tópico a manutenção da rentabilidade organizacional, à academia proporcionar mão-de-obra e estudos que gerem avanço científico e tecnológico, e ao setor público o apoio, o incentivo e o fomento aos projetos genuínos e que contribuam efetivamente para a sociedade e para o planeta.

Como exemplo, o projeto Circularidade do Vidro, que envolve investimentos na ordem dos R$ 5 milhões, só se mostrou possível e viável com o acionamento da indústria, o Grupo Petrópolis que levou a ideia de eliminar embalagens de vidro em lixões ou aterros sanitários; de instituições profissionais / acadêmicas como o SENAI e a Escola de Engenharia da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM) e instituições públicas como o EMBRAPII (Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial), que participam com o fomento.

Nesse sentido de fortalecimento da integração da tripla hélice, a Engenharia de Produção do Mackenzie está organizando o primeiro encontro de lideranças ESG, sigla que em português significa Ambiental, Social e Governança, justamente com o intuito de integrar as instituições para a discussão de uma agenda comum, tendo como objetivo o ganha-ganha para as instituições e, sobretudo, para a sociedade e o planeta. O encontro será no dia 19 de outubro, no período da noite, e contará com lideranças empresariais, de instituições como a Fundação Amazônia Sustentável (FAS), além de representante da Secretaria de Mudanças Climáticas da cidade de São Paulo, representando o setor público.

A tripla hélice vem para fortalecer essa prerrogativa, sendo que a parceria empresas, academia e governo pode viabilizar e agilizar a agenda do ESG, assegurando os pilares social, ambiental e de governança e, proporcionando, adicionalmente, a viabilidade econômica para a perenidade das instituições privadas.

Alaercio Nicoletti, professor da Escola de Engenharia (EE) da Universidade Presbiteriana Mackenzie (UPM)


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br

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