Museu Casa do Butantã apresenta exposição sobre direitos ambientais junto à roda de conversa na Semana de Design de São Paulo

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Crédito: Divulgação/Prefeitura de SP

Além da mostra fixa “Memória da Resistência: Alfred Usteri, a botânica do tempo”, o local recebe um encontro no dia 19/03, às 14h

Simultaneamente à programação da edição comemorativa de 15 anos da DW! Semana de Design de São Paulo 2026, a Prefeitura de São Paulo apresenta a exposição fixa no Museu Casa do Butantã “Memória da Resistência: Alfred Usteri, a botânica do tempo”. Com curadoria de Alecsandra Matias, a mostra aborda temas que contemplam os caminhos abertos para as manifestações em defesa dos direitos ambientais.

O local está sempre aberto ao público e tem entrada gratuita, mas há também a possibilidade de fazer uma visita guiada de terça a domingo, das 9h às 17h, agendada pelo e-mail educativomuseudacidade@gmail.com, também de graça.

Especial DW!

No próximo dia 19, às 14h, acontecerá a roda de conversa “Fragmentos da Casa Paulista em Diálogo”, que faz parte da programação da DW! Semana de Design de São Paulo e será conduzida pelos educadores-pesquisadores Heloisa Rosa e Rafael Pencinato. A participação do público é gratuita e dispensa a necessidade de agendamento.

A conversa revisita criticamente a formação histórica do acervo do museu e os processos de construção da memória paulistana. A ação propõe uma reflexão sobre a construção histórica do acervo de bens móveis do museu, iniciado durante as comemorações do IV Centenário da cidade, em 1954, quando se buscava consolidar uma narrativa simbólica sobre a identidade paulista.

O evento da DW! é realizado entre 5 e 22 de março e distribuído entre diversos espaços culturais, e um deles é a Casa do Butantã, que representa um dos exemplares típicos das habitações rurais paulistas construídas entre os séculos 17 e 18, em taipa de pilão.

A construção remonta ao ano de 1566, quando foi concedida uma sesmaria a Jorge Moreira e Garcia Rodrigues. Em 1602, há registros dessa propriedade como pertencente a Afonso Sardinha, com o nome de Ubatatá, termo tupi que significa “terra dura”. Posteriormente, foi feita a doação de seus bens à Capela de Nossa Senhora das Graças da ordem dos jesuítas.


SUGESTÕES DE PAUTA: reportagem@gruposulnews.com.br 

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