Santo Amaro tem mais de 20 áreas particulares contaminadas, informa relatório da Prefeitura

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Em toda a cidade de São Paulo são 330 áreas, sendo que, em julho, outro relatório da Prefeitura apontava 336 áreas contaminadas na capital

 

A região da Subprefeitura de Santo Amaro tem mais de 60 áreas particulares contaminadas, conforme um Relatório de Áreas Contaminadas no Município de São Paulo, divulgado em outubro, pela Secretaria do Verde e Meio Ambiente.
Por distrito, o relatório revela que Santo Amaro e Campo Grande tem 28 áreas contaminadas, cada um, e Campo Belo tem 10 áreas. Das 28 áreas de Santo Amaro, 20 estão cadastradas na Listagem de Áreas Contaminadas e Reabilitadas do Estado de São Paulo (CETESB).
No geral, a Zona Sul tem mais de 120 locais contaminadas, todas particulares. As áreas públicas, segundo o relatório, são bem poucas: apenas seis, nas regiões de Campo Limpo, Cidade Ademar, Parelheiros, Pinheiros e Santo Amaro. Em toda a cidade de São Paulo são 330 áreas, sendo que, em julho, outro relatório da Prefeitura apontava 336 locais contaminados na capital. Ou seja, quase não houve mudança em áreas reabilitadas.
A Secretaria do Verde e Meio Ambiente considera contaminada qualquer “área, terreno, local, instalação, edificação ou benfeitoria que contenha quantidades ou concentrações de matéria em condições que causem ou possam causar danos à saúde humana, ao meio ambiente ou a outro bem a proteger”.
Os principais contaminantes indicados no relatório, que poluem esses locais, são: metais; solventes clorados, aromados e halogenados; gases e combustíveis líquidos.
A CETESB disse que “cumpre as legislações federal e estadual e que já estabeleceu várias instruções técnicas normativas para conduzir rapidamente todas as etapas do processo de identificação e reabilitação das áreas contaminadas”.
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