Prefeitura inicia cadastramento de produtores rurais da Zona Sul de SP

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O cadastro acontece nos distritos do Grajaú, Parelheiros e Marsilac e vai “proporcionar a implementação de políticas públicas visando o fortalecimento da cadeia da agricultura na cidade”

 

A partir deste mês, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento, vai dar início ao cadastramento de agricultores da Zona Sul para fortalecer a atividade agrícola na zona rural da cidade, através do projeto Ligue Os Pontos.
A Prefeitura fará o cadastramento dos produtores rurais nos distritos do Grajaú, Parelheiros e Marsilac para: “identificar os produtores; saber quais são suas condições de trabalho e dificuldades; estabelecer indicadores sociais, econômicos e ambientais associados ao público alvo, que sirvam como subsídio para o planejamento das ações das diversas políticas públicas, que possam contribuir com a agricultura e pecuária no município”.
O cadastro consiste em um banco de dados que vai “proporcionar a implementação de políticas públicas visando o fortalecimento da cadeia da agricultura na cidade, a geração de renda e a preservação ambiental”.
Pelo cronograma do projeto, a coleta de dados e entrevistas com os agricultores acontece em dezembro de 2018 e janeiro de 2019, e o processamento de dados e construção de indicadores será em fevereiro do próximo ano.
Todo o processo será feito pelo Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (CEBRAP). “O cadastramento será realizado por entrevistadores profissionais, treinados para tanto. Ele será feito presencialmente, ou seja, os entrevistadores irão nas propriedades rurais e aplicarão diretamente com os produtores um questionário de aproximadamente 30 minutos”, disse Graziela Castello, representante do CEBRAP.
Em maio, o prefeito Bruno Covas assinou um termo de cooperação entre a Secretaria Municipal de Urbanismo e Licenciamento (Smul) e a Autoridade Municipal de Limpeza Urbana (Amlurb) para instalar um pátio de compostagem em Parelheiros para produzir adubo para os agricultores da região.
“O mundo está olhando para um projeto como esse que, ao mesmo tempo, tem a ver com atividade econômica, porque gera emprego e renda, tem relação com o meio ambiente desde a proteção das nascentes até a utilização de insumo que não agridem o meio ambiente, e também tem o lado social já que estamos falando de uma das regiões mais carentes da cidade”, destacou o prefeito, na época.
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