Planetário do Ibira apresenta o “Céu da Rússia” em programação da Copa

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Além de ser a sede da Copa do Mundo de Futebol deste ano e ter uma história política importante, a Rússia trouxe inúmeras contribuições à ciência, especialmente para a conquista e exploração do espaço. Para celebrar esse legado, o Planetário do Ibirapuera realiza no dia 29 de junho, às 19h30, uma sessão especial sobre “O Céu da Rússia”. A iniciativa é da equipe dos Planetários, que integram a Universidade Aberta do Meio Ambiente e Cultura de Paz (UMAPAZ), braço de educação ambiental da Secretaria do Verde e do Meio Ambiente (SVMA).
A então União das Repúblicas Socialistas Soviéticas (URRS), da qual a Rússia fazia parte, pôs o primeiro satélite artificial da Terra em órbita e levou o primeiro homem – e a primeira mulher – ao espaço, no século passado. Quase cem anos antes dessas viagens históricas, o cientista russo Konstantin Tsiolkovsky (1937-1935) foi o primeiro a analisar a fundo a teoria sobre o uso de foguetes no espaço. Antes dele, no século 18, o astrônomo russo Mikhail Lomonosov (1711-1755) descobriu que o planeta Vênus, assim como a Terra, tem uma atmosfera.
A sessão de planetário “O Céu da Rússia” celebra a ligação estreita entre a Rússia e o espaço e aproveita o clima de Copa, já que o país sedia os jogos deste ano. A apresentação leva o espectador a uma viagem ao seu céu noturno tal como é visto pelos russos. A atividade é enriquecida com os mitos e narrativas das estrelas vistas no norte do planeta e aborda o desenvolvimento da astronáutica, impulsionado pelos russos. A sessão é gratuita e acontece no Planetário do Ibirapuera, com o palestrante Raphael Malagoli Thereza.
Os ingressos são gratuitos e podem ser retirados pelo site (http://www.ticketfacil.com.br) ou 1 hora antes, na bilheteria.
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