Na Zona Sul, Capela do Socorro lidera número de atropelamentos em 2017

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Dados são da plataforma Vida Segura, criada pela Prefeitura para que a população tenha acesso a informações do trânsito de SP

 

Segundo informações da plataforma Vida Segura, lançada na última segunda-feira (17) pela Prefeitura de São Paulo para que a população tenha acesso a dados do trânsito, a região da Subprefeitura da Capela do Socorro foi onde mais ocorreram atropelamentos em 2017, com 132 casos.
Em seguida estão as Subprefeituras do Campo Limpo (107), Santo Amaro (95), Vila Mariana (90), Cidade Ademar (84), M’Boi Mirim (72), Jabaquara (52) e Parelheiros (26).
Com relação aos distritos da Zona Sul, o Grajaú está no topo da lista de atropelamentos com 59 casos. Os distritos de Cidade Ademar e Cidade Dutra dividem o segundo lugar do ranking com 58 casos cada um.
No ano passado, foram contabilizados 13.483 acidentes (37 por dia) em São Paulo, com 324 mortes por atropelamento, sendo que 40% das vítimas eram idosos. De acordo com a nova plataforma, o local mais perigoso da cidade é a Avenida Teotônio Vilela que registrou 8 atropelamentos e 9 mortes.
No caso das colisões entre veículos, na Subprefeitura de Santo Amaro foram registrados 355 casos, seguida do Campo Limpo (349), Capela do Socorro (324), Vila Mariana (249), Cidade Ademar (191), M’Boi Mirim (188), Jabaquara (131) e Parelheiros (66).
Os distritos da Zona Sul em que mais aconteceram colisões foram no Capão Redondo, com 157 casos, e Santo Amaro com 148 casos.
Na plataforma Vida Segura é possível ter acesso, por exemplo, a localização dos acidentes; gênero, idade e quantidade de vítimas; tipo de acidente e veículo e outros dados, dos anos de 2015, 2016 e 2017. “A plataforma vai dar todas informações para análises específicas, para que possamos identificar as causas dos acidentes e rapidamente agir com políticas públicas”, explicou o secretário municipal de Transportes, João Octaviano.
O Governo do Estado já tem um programa parecido, o Infosiga SP, em que os dados são coletados do boletim de ocorrência da Polícia Civil. Na plataforma criada pela Prefeitura, os boletins de ocorrência são analisados por técnicos da CET, que acompanham o estado de saúde das vítimas até um mês depois do acidente.
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