Mapa da Desigualdade 2018 coloca Santo Amaro entre os 10 melhores distritos de SP

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Em 45 indicadores pesquisados, Santo Amaro é bem analisado em 12 deles, junto com Moema

 

O distrito de Santo Amaro aparece na lista dos 10 melhores distritos do Mapa da Desigualdade, feito pela Rede Nossa São Paulo, com dados de 2017. Em 45 indicadores analisados, Santo Amaro é bem avaliado em mais de 10 tópicos.
São eles:
a inexistência de favelas;
a baixa taxa de gravidez na adolescência, entre 0,6% e 4,8 %;
a idade média ao morrer, entre 76 e 81 anos;
a baixa emissão de poluentes atmosféricos, entre 2,75 e 5,48 de emissão de partícula por km²;
baixa taxa de mortalidade infantil, entre 2,54 e 8,81 o número de menores de 1 ano mortos a cada 1.000 crianças;
pré-natal insuficiente, entre 4,17% e 10,93 %;
relação de gravidez na adolescência entre mães negras e não negras, com proporção entre 0,34 e 1,77;
relação de pré-natal insuficiente entre mães negras e não negras, com proporção entre 2,35 e 4,03;
taxa de agressão a mulheres, entre 0,55 e 25,60 o número de notificações de agressões contra a população feminina na faixa etária de 20 a 59 anos;
alta arrecadação nominal do IPTU, entre R$ 269 milhões e R$ 403 milhões;
tempo médio (em dias) de espera para consultas com clínico geral, entre 0,08 e 36,05;
proporção de matrículas no Ensino Básico (exceto EJA) na população em idade escolar, entre 182,97 e 129,63 no n° de matrículas no Ensino básico (exceto EJA) pelo total da população em idade escolar X 100.
Além de Santo Amaro, apenas outro distrito da Zona Sul aparece na lista dos bairros mais bem analisados: Moema registra 14 análises positivas. Por outro lado, em 53 indicadores outros quatro bairros da Zona Sul aparecem como os piores distritos: Campo Belo (15 vezes), Itaim Bibi (11 vezes), Marsilac (14 vezes), Grajaú (12 vezes).
“O mapa revela que há uma sobreposição de desigualdades. Nas regiões da periferia, onde você tem menor acesso à cultura, educação e saúde básica, é justamente nessas regiões onde você também vai ter um menor acesso a empregos formais, a uma melhor renda e você também vai ter uma maior dificuldade em ter um tempo médio de vida maior” disse Américo Sampaio, gestor de projetos da Rede Nossa São Paulo.
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