Lei determina que prédios de SP devem instalar hidrantes públicos

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Medida pretende contribuir em casos de incêndio. A lei vale para prédios comerciais, industriais e residenciais

 

No início do mês o prefeito Bruno Covas sancionou uma lei que determina que prédios instalados na cidade de São Paulo devem ter hidrantes urbanos de coluna, que são ligados à rede pública de água, podem ser acoplados às mangueiras dos Bombeiros.
A regulamentação da lei será feita em 90 dias. Neste período, a Prefeitura vai decidir quantos hidrantes cada tipo de prédio deve ter.
A lei vale para prédios comerciais e industriais; edificações com mais de 4 mil m²; condomínios residenciais ou novos loteamentos com mais de 40 unidades. Aqueles edifícios que passarem por uma reforma ou ampliação da área também devem instalar os hidrantes. A lei ainda prevê que esses novos prédios cedam água para o Corpo de Bombeiros, em caso de necessidade. Os moradores serão ressarcidos.
De acordo com a lei, aqueles edifícios que estão localizados a 300 metros de distância de um hidrante, devem fazer a instalação de um novo equipamento ou fazer a manutenção de um hidrante pré-existente em um local que vai ser definido pela concessionária do serviço de água.
A sanção desta lei foi feita um mês após o incêndio no Edifício Wilton Paes de Almeida, no Largo do Paissandú, onde sete pessoas morreram.
Em 2018, o Corpo de Bombeiros mapeou 4 mil hidrantes em São Paulo. Metade dos hidrantes passou por uma vistoria, e foi verificado que 60% deles não funcionam.
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