Fabricante de trens quer sair de consórcio e Linha 17-Ouro no Brooklin pode atrasar mais a ser entregue

0
298

O orçamento inicial das obras estava previsto em R$ 1.722.861.098,54 e agora já passou de R$ 3,7 bilhões

 

As obras da Linha 17 – Ouro do monotrilho, que vai atender o bairro do Brooklin com oito estações, pode demorar mais para ser entregue. Na última semana foi divulgado que, a empresa Scomi, responsável pela fabricação dos trens para o monotrilho da Linha, sinalizou que pretende deixar o consórcio da obra.
A Linha 17-Ouro era para ter sido entregue em 2014, antes da Copa do Mundo, que foi realizada no Brasil. O orçamento inicial das obras estava previsto em R$ 1.722.861.098,54 e agora já passou de R$ 3,7 bilhões.
Em Taubaté, cidade do interior do Estado, a empresa deveria ter em funcionamento, desde 2016, sua primeira fábrica no Brasil, com capacidade para produzir três trens de cinco carros por mês, conforme divulgado em março de 2016 pela Investe São Paulo (agência do Governo para Promoção e Investimento). A área, de mais de 78 mil m², está vazia, com apenas um canteiro de obras, sem funcionários.
A Secretaria dos Transportes Metropolitanos (STM) e o Metrô informaram que “têm conhecimento do problema e das dificuldades financeiras do consorcio formado pelas empresas A. Gutierrez, C.R.Almeida, MPE e a Scomi. A STM e o Metrô vem realizando várias reuniões e até o final de novembro haverá definição sobre a questão levantada”.
Questionada pela reportagem do Grupo Sul News se alguma medida foi tomada quanto a inexistência da fábrica da Scomi, a Secretaria dos Transportes Metropolitanos não se manifestou.
- Patrocinado -

DEIXE UM COMENTÁRIO

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.