Cerca de 35% dos condomínios de Moema não tem acessibilidade para pessoas com deficiências físicas

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Até 2020, todos os condomínios residenciais do Brasil tem que incorporar áreas de acessibilidade

 

Cerca de 35% de 102 condomínios de Moema não possuem acesso universal e acesso parcial para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida. Os dados fazem parte da 1° Blitz de Acessibilidade em Condomínios, realizada na última semana pelo Instituto Cidades & Condomínios (ICCOND).
O acesso universal são espaços “impossíveis de acessar contendo degraus e escadas para a rua e acessos internos de pedestres”. O acesso parcial são espaços que, “possuem rampas ou acessos laterais passíveis de uso, mas, portões manuais ou ausência de corrimões, o que dificulta o acesso de cadeirantes e portadores de deficiências motoras”.
Na maioria dos edifícios de Moema que receberam a blitz, os responsáveis argumentaram que, apesar da falta de acessibilidade, pessoas com deficiências físicas podem acessar os prédios pela garagem.
Segundo o presidente da ICCOND, Dostoiévscki Vieira Silbonne, é necessário que as mudanças sejam realizadas pois, até 2020, a Lei nº 13.146/2015 obriga que prédios e condomínios se adaptem e implementem os espaços de maneira acessível.
“Normas e cumprimentos de leis são obrigações que o síndico não pode negociar. Foi visto na blitz uma falta de sensibilidade, como por exemplo, condomínios onde a taxa por unidade é altíssima e não existe sequer uma rampa acessível, sendo que é uma obra relativamente simples e barata”, afirmou.
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