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Proibida a venda de LED sem certificação

Um dos objetivos é reduzir os impactos no consumo de energia

A partir de 17 de julho o varejo não poderá mais vender LED sem certificação. Tal medida foi criada para reduzir os impactos no consumo de energia e aumentar a eficiência luminosa dos produtos de iluminação, retirando do mercado produtos de qualidade duvidosa.

A lâmpada que ganhou o mercado por sua vantagem de economia é encontrada de vários tipos, formatos e qualidade.

“Para saber o que está comprando, o consumidor precisa identificar na embalagem os dados que passam a ser obrigatórios com a certificação”, explica o vice-presidente de uma empresa de lâmpadas.

Todos os produtos certificados devem trazer nas embalagens o selo de identificação do Inmetro com o número de registro.

O fabricante ou importador é obrigado também a informar a potência (W), temperatura de cor (K) e eficiência luminosa (lm/W).

Outra informação exigida pela certificação é a demonstração do comparativo de equivalência da potência do LED em relação à incandescente e à fluorescente.

A embalagem deve trazer ainda a identificação do fabricante ou importador e o número do registro, dados estes que podem ser consultados no site do Inmetro. Com isto, as marcas que não trazem estas informações nem serviço de atendimento ao cliente estão com a credibilidade posta em cheque.

“Sem estes dados, que padronizam os requisitos mínimos de eficiência do LED, quem o consumidor irá procurar caso seu produto apresente defeito? ”, pondera Cricci, que considera as medidas essenciais para garantir ao consumidor um produto de qualidade e confiabilidade.

O comerciante que não atender a legislação estará sujeito ao pagamento de multa. Desde 2013 a importação do LED aumentou 1.000%. No ano passado elas já correspondiam a 130 milhões de unidades/ano.

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