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Procon proíbe a venda de sacolinhas plásticas que contêm propaganda

A norma quer evitar a propaganda gratuita dos estabelecimentos. Apenas sacolinhas que tiverem o padrão imposto pela Prefeitura podem ser vendidas.

Uma norma publicada no Diário Oficial do dia 17 de outubro, pelo Procon Paulistano, proíbe a venda de sacolinhas biodegradáveis que tenham a logomarca de estabelecimentos e comércios. A norma quer evitar a propaganda gratuita desses estabelecimentos. Apenas sacolinhas que tiverem o padrão imposto pela Prefeitura podem ser vendidas.

Segundo a Prefeitura, antes não havia orientação sobre propaganda nas sacolinhas, por isso, foi criada a norma do Procon. Atualmente, é cobrado entre R$0,08 e R$0,10.

Desde 2015 está em vigor a “lei das sacolinhas”, que proíbe a distribuição gratuita de sacolinhas e obriga estabelecimentos comerciais a adotarem sacolas verdes e cinzas, que são biodegradáveis e maiores.

Segundo a Associação Paulista de Supermercados (Apas), a capital reduziu em 70% o resumo de embalagens plásticas desde a criação da “lei das sacolinhas”. Cerca de 51% da composição das sacolas é feito de bioplástico, oriundo da cana, beterraba e milho.

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