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Ciclista morre atropelado por ônibus irregular na Avenida Giovanni Gronchi

O ônibus não tinha os documentos obrigatórios para circular na capital e fez manobra proibida no trecho

Na última segunda-feira (27) um ciclista morreu atropelado na Avenida Giovanni Gronchi. O ciclista Cristian Alan da Silva Maciel, de 28 anos, estava voltando do trabalho quando foi atingido por um ônibus.

O veículo, que transportava alunos de algumas faculdades, estava na Avenida Giovanni Gronchi quando fez uma conversão proibida para a Avenida Doutor Guilherme Dumont Villares.

Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes, o ônibus é do município de Juquitiba (SP) e não tinha os documentos obrigatórios para circular na capital, e realizou uma manobra proibida para ônibus e caminhões naquele trecho. O ônibus foi apreendido pelo Departamento de Transportes Públicos (DTP).

Em nota, a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes informou que, “O ônibus, de placas DBB-4730, do município de Juquitiba (SP), permanecerá apreendido e só poderá ser retirado mediante custas de estadia no pátio e multas pela infração cometida de trafegar sem TA e CVS. Para voltar a operar, seus responsáveis também terão de regularizar o veículo. A empresa será autuada e para recuperar o ônibus deve pagar multa de R$ 3.662,35 e o custo de remoção do ônibus para o pátio, no valor de R$ 3.210,00. Há ainda uma taxa de expediente de R$ 19,00; cobrança por documentos no valor de R$ 31,45; e o custo da estadia diária no pátio, que é de R$ 370,00 a cada 24 horas de permanência”.

Um levantamento divulgado esse mês, pelo INFOSIGA SP, programa do Governo de São Paulo que visa reduzir pela metade o número de óbitos no Estado, revela que 66% dos acidentes de trânsito são causados por veículos e atropelamentos.

Segundo os dados, “98,7% das vítimas desses dois grupos [pedestres e ciclistas] foram atropeladas ou atingidas por outros veículos após um choque. No caso dos ciclistas, 73,8% dos óbitos ocorreram por colisão contra carros, motos, ônibus ou caminhões. Entre as motos, as colisões correspondem a 56% das fatalidades. Já entre os automóveis, a proporção é 52,8%”.

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