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Coluna CETRASA

O inexplicável se explica

Não fosse a persistência inexplicável de alguns Santamarenses, quanto em vez até pertinente, nosso rincão estaria mais uma vez caído no esquecimento.

Foi este mesmo pessoal que quando ainda muito jovens viam seu espaço geográfico ser transformado, tornando-se em terra de ninguém que resolveram trazer para a realidade sua historiografia, seus usos e costumes, através das tradições.

É na história de nossa terra, que encontramos figuras e valores que por si própria, mostra o quanto somos altivos, ducados e trabalhadores, não obstante tolerante e temente Deus, tendo na família e nos antepassados não necessariamente familiares, exemplos de lealdade para com a comunidade a serem seguidos, considerando que somos a bem da verdade uma grande família.
Portanto é pertinente e tolerante trazermos para o presente, o que realmente somos em consequência de ontem, dizer que nossas fontes de água limpa servem para todos que tiverem sede mas falem e vivam nossa realidade, permitindo que “sapos de fora não chiem”, coisa de Botina Amarela. Desculpem, mas o amor ao nosso rincão é tão grande que o uso de nossa tradição até para exprimir um pensamento, são posições da naturalidade em defesa e seu espaço quer geográfico, quer filosófico. Na verdade, é quando o sentimento fala por sí.
A maior e melhor explicação á a grande noite Santamarense, onde é reconhecido a dedicação, o amor dos cidadãos a seu espaço geográfico, com a efetiva prestação a comunidade. O respeito e as tradições festejadas com outorga de distinção que dá ao inexplicável a explicação.
Nossos melhores agradecimentos a todos que estão direta ou indiretamente, prestigiaram e participaram para o engrandecimento do Botina Amarela 23ª Edição.
Quero apresentar em particular meus agradecimentos aos senhores: Doutor Francisco Roberto Arantes Filho, prefeito regional, que acresce em seu nascimento o espirito da defesa de seu Rincão. Á Armando Fernandes incansável, pelo brilhantismo da festa. Aproveito a oportunidade para deixar cristalino, que no CETRASA não existe astro maior. Todos refletem a mesma luz, choram juntos, festejam juntos, logo, somos um só.

Até mais,
Alexandre.

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